OPINIÃO

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O regime político do Antigo Império do Egito.

2 – O regime político do Antigo ImpérioNo apogeu do Antigo Império, o Estado egípcio era um despotismo que defendia os interesses da nobreza esclava­gista.

Foi mais poderoso e mais centralizado do que o Es­tado de Sargão, na Mesopotâmia. Isso explica-se sobretudo pelas condições naturais do vale do Nio, onde todos os fomos se situavam sobre um território estreito à borda de um único rio. Assim, a distribuição racional das águas e a exploração normal dos meios de transporte não eram possíveis senão num Egipto unificado.

A capital do Antigo Império foi Mênfis, no Baixo Egipto. Como o atestam os elementos arqueológicos, o cen­tro político do país, os domínios e residência da aristocra­cia situavam-se nesta região. Ë à volta de Mênfis (em Gizé, Abusir, Sakkarah, etc.) que se encontraram os prin­cipais testemunhos de prosperidade do Antigo Império, enquanto que nos outros sítios do país não se descobriram senão monumentos isolados.

O Baixo Egipto (sobretudo o Deita), zona conquistada sob Nârmer e outros reis das primeiras dinastias, reunia a maioria dos pomares e vinhedos reais, enquanto que os prados do Deita alimentavam Imensos rebanhos de vacas e carneiros. Os grandes domínios reais eram a base natural do poder monárquico.

O rei, chamado com o decorrer do tempo faraó (de per aa que em egípcio quer dizer a «casa grande»), gover­nava como senhor absoluto: nomeava os dignitários, mu­dava as nomarcas, instituía impostos, mandava exércitos para os países vizinhos, etc. Podia confiscar os bens dos seus súbditos e condená-los à morte sem julgamento.

Para reforçar o seu prestígio, haviam-no deificado e proclamado «grande deus»: um culto faustoso rodeava a sua pessoa, e o direito de lhe beijar a sandália passava por ser uma honra insigne. Os artistas egípcios figuravam-no no meio de divin­dades, como seu igual.

O faraó apoiava-se num imenso aparelho de funcioná­rios dirigidos por um primeiro-ministro, chamado, segundo os árabes, «vizir». Este homem era o comandante do exér­cito e o juiz supremo; a cobrança dos impostos, os traba­lhos de irrigação, numa palavra, todos os serviços comple­xos do governo egípcio dependiam dele. Tinha sob as suas ordens «seis grandes Câmaras», que exerciam a justiça, e outras «câmaras» colocadas à frente de diferentes ramos da economia.

Os principais serviços do Estado despótico egípcio eram três: o fisco, que recebia os impostos em espécie, e assim pilhava a população; os trabalhos públicos, que abrangiam sobretudo obras de irrigação; e o exército (»câmara das armas») que pilhava os povos estrangeiros. O exército egípcio era uma milícia composta de destacamentos, mobi­lizados pelos fomos, e de etíopes.

Deve crer-se que a estes grupos faltava a disciplina; em todo o caso um dos seus capitães notava orgulhosamente, numa inscrição, que os seus homens não pilhavam os Egípcios, não forçavam as portas para se apoderarem da farinha ou de outros gene­ros.

Os guerreiros eram armados com arco e davas de pedra; mais tarde serviram-se de punhais e de machados de bronze; como arma defensiva usavam escudos de madei­ra rwestidos de pele de animais selvagens.

As fortalezas constituiíarn poderosas obras de defesa: assim, uma cidade próxima de Abydos tinha duas cinturas de muralha de ti> lo, medindo a interior 12 metros de altura e perto de 6 me­tros de espessura na base.

Os templos contribuíam activamente para reforçar o poder real. No fim do Antigo Império, alguns receberam cartas régias que dispensavam de pagar ao Estado não só os sacerdotes, mas todo o seu pessoal, homens livres ou escravos.

A questão das cartas régias levantou uma séria discus­são: a maior parte dos historiadores burgueses considera­vam-nas como imunidades e viam nelas a prova da exis­tência do feudalismo no antigo Egipto. Ora as cartas régias do Antigo Império nada tinham de comum com as imuni­dades medievais: não concediam aos templos qualquer au­tonomia, qualquer direito sobre o pessoal; visavam, sim, subtrai-los à autoridade dos nomarcas, que atribuíam àpopulação os impostos braçais, e fazer dos templos os agentes da política do faraó.

10 Respostas para “O regime político do Antigo Império do Egito.”

  1. sebastian lacerda disse

    eu gostaria de saber sobre a população no antigo imperio, seria possivel voces me darem esse dado, preciso de para um trabalho da faculdade!

    aguardo resposta o quanto antes!!!

    sebastian lacerda
    UNIVASF

  2. fernanda disse

    naum ha as principais conquistas do egito

  3. iviny disse

    eu quero saber porque mim imtereça e eu vou façer a prova sabendo de tudo

  4. O SITE É MUITO BOM MESMO RESPONDE TODAS AS MINHAS PERGUNTAS!!!

  5. Maria Clara disse

    eu pesso urgentemente que por favor enviem imagens e explicaçao sobre a politica do antigo Egito pois preciso muito tenho que entregar o trabalho dia:18/06 obrigado

  6. Rayane Assis disse

    Gostaria de saber como era a política e a economia do Antigo Regime ?, trabalho para entregar no dia 29/02,(terça-feira) me ajuda, preciso da colaboração de vocês *-*!

  7. victor matheus disse

    valeu isso me ajudou bastante trabalho de historia!

  8. vanessa disse

    o regime politico e uma droga

  9. Luana Chagas disse

    Eu gostaria de saber como era a sociedade egipcia no seculo XIX, é muito importante para trabalho da faculdade….ainda naum encontrei em nenhum lugar….

  10. Ana clara disse

    ta legal sua pesquisa ai mas acontece que presiso de imagens para representar a politica egipsia
    e ja e para amanha aaaaaaa to enlouquecendo aqui aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
    aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa mais grito de terrroraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

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