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Fontes da história antiga do Oriente

2 – Fontes da história antiga do Oriente

Devem ser divididas em três grupos: textos gregos e latínos, vestígios arqueológicos e textos em línguas de povos orien tais.

Os textos gregos e latinos, estudados desde há já muito tempo, assim como a Bíblia, que entrará em linha de conta mais abaixo, presidiram até ao inicio do século XIX à reconstituição da história antiga do Oriente.

São obras de historiadores e de geógrafos da Antiguidade, alguns dos quais visitaram mesmo o Egipto, a Síria ou a Mesopotà­mia, enquanto que outros se baseavam nas informações de segunda mão ou parafraseavam livros actualmente desapa­recidos. Entre esses autores tem lugar à parte Heródoto, escritor grego dos meados do século V antes da nossa ei-a, que viajou muito, observando e descrevendo os usos e costumes dos países que atravessou; também cita nume­rosas lendas sobre o passado do Egipto e de outros est­ados.

Mas os escritos de Heródoto têm graves falhas, que se repercutiram nas obras do principio do século XIX. Heródoto viveu mesmo no fim da história antiga do Oriente: era comtemporâneo dos reis da Pérsia, mais de 2500 anos o separavam das etapas iniciais da história do Egipto e da Mesopotúmia; além disso, não conhecia as línguas orientais. E se as suas informações sobre a Pérsia têm real­mente valor, o que conta do Egipto é superficial, contra­ditório e lendário. A obra de Heródoto não pode servir de ponte senão para o estudo do último periodo da história antiga do Oriente. Isto aplica-se, muito mais ainda, aos autores mais recentes (Estrabão, Diodoro, Plutarco) que dão somente informações isoladas sobre tal ou tal ques­tã7o. Entre os historiadores que escreveram em grego devem mencionar-se o sacerdote egípcio Manéthon (século III an­tes da nossa era): tinha acesso aos arquivos dos templos e aspirava a dar a conhecer aos leitores gregos a história do seu pais. Infelizmente o seu livro não se conservou e nós não o conhecemos senão por citações contidas em obras posteriores. O mesmo aconteceu às obras do sacer­dote babilénico Berose, contemporâneo de Manéthon, que tinha procurado escrever a história da Mesopotâmia.

Os textos de autores antigos não contêm, pois, senão dados insignificantes sobre a história do Próximo Oriente; ainda falam menos da Ïndia (encontram-se algumas infor­mações sobre o regime social e político deste pais, no li­mite do século IV com o limiar do século III, no livro deMegástenes, embaixador grego na corte indiana, livro que nos chegou em estado fragmentário, e quanto à China, os historiadores da Antiguidade quase nada sabem dela.

É por isso que até ao inicio das escavações arqueológicaS no Oriente, os historiadores não estavam de modo algum documentados sobre a sua história e não podiam efectuar um estudo aprofundado. As escavações sistemáticas no Próximo Oriente come­çam em meados do século XIX da nossa era. Botta e Layard descobrem vestígios de palácios reais assírios; depois ex­ploram-se as ruínas das cidades da Baixa Mesopotâmia, entre elas Babilónia e Lagash. Grandes trabalhos são em­preendidos no Egipto, onde se estudam os restos dos tem­plos e dos túmulos. As pesquisas do fim do século XIX e do princípio do século XX alargam ainda os nossos conhecimentos sobre o Oriente.

Morgan descobre no Egipto e no Oeste do Irão monumentos anteriores ao nascimento da sociedade dividida em classes; o inglês Flinders Petrie estuda as cidades do Egipto, designadamente os vestígios da cidade de Kaftun, não longe do oásis de Fayum; na Ásia Menor perto de Boghaz-Koeui, Winckler e Macridy Bey desenterraram Hattusa, capital dos Hititas.

A actividade dos arqueólogos é particularmente fecunda durante o intervalo entre as duas guerras, entre 1920 e 1930.

É desta altura que datam a descoberta da civilização antiga da India (escavações de Mohendjo-Daro e de Ha­rappa, na bacia do rio Indo); as escavações de uma cidade chinesa perto de Anian; sepulturas e cidades sumérias que evocam a sociedade primitiva e a primeira sociedade dividida em classes; o estudo de cidades akkades (Kish, Ashrunnak, etc.); a descoberta do reino de Mari, no curso médio do Eufrates e da cidade fenícia de Ugarit; as es­cztvações no Norte da Síria (cidades de Alalah e de Samal); e muitos outros achados que modificaram scíisivelmente as nossas ideias sobre a história do Oriente. Os trabalhos dos anos vinte e trinta, efectuados com maior sabedoria do que os antecedentes, revelam vestígios de civilizações até ai ignoradas ou somente mencionadas.

Descobertas importantes são feitas nesta época no Luiplo: em 1922, consegue-se encontrar o túmulo intacto de um faraó e pouco antes da Segunda Guerra Mundial descobre-se um outro em Tanis.

E se bem que o primeiro ]utankhamon) não haja reinado senão alguns anos e tne,se morrido novo e o segundo (Xéchanq 1) haja gover­nado no fim da história antiga do Egipto, quando o país não podia pretender deter a supremacia no Próximo Oriente, as duas sepulturas são de uma importância ex­vopcional para o estudo da história e da cultura egípcias.

Fui Sakkarah exploram-se as sepulturas dos mais antigos monarcas e dignitários do Egipto, a mais notável das quais e o túmulo de Hemaki, que encerra mais de cinquenta camaras As descobertas da última década não podem rivalizar com os achados de Mari e de Hugarit, de Harappa e de AlaIah, mas fazem luz sobre certos problemas da história antiga: as escavações de Jell-Hassun (Assíria) e outros lugares precisam as nossas ideias sobre os princípios da agricultura e da criação dc gado, e sobre o aparecimento dc cidades do Próximo Oriente. As escavações de Gezer, Hatsor, Bet-Tsur e outros centros antigos da Palestina demonstram a alta cultura deste país na época cananeia e facilitam sensivelmente a reconstituição da sua história.

Em Heluan (Egipto) procede-se à escavação de uma imensa necrópole datando da formação do Estado egípcio. Na China, perto de Anian, descobriu-se um grandioso tú­mulo da segunda metade do II milénio antes da nossa era.

Os trabalhos dos arqueólogos soviéticos na Transcaucã­sla e na Asia Central fornecem também materiais do mais alto interesse: B. Piotrovski abriu as ruínas da fortaleza urartiana de Karmir-Blur, perto de Erevan; depois des­cobriram-se na mesma região os vestígios de uma outra fortaleza urartiana, na colina de Arine-Berd. S. Tolstov e os seus colegas encontraram em grande número de monumentos que narram a história das tribos pastoris e o nascimento dos Estados esclavagistas na Asia Central.

A arqueologia enriqueceu, portanto, considcravelmente o nosso conhecimento da história do Oriente, mostrando civilizações esquecidas ou muito mal conhecidas. As escavações dos antigos ccntros culturais orientais trazem sempre informações novas que aumentam e aprofundam o nosso saber.

As escavações trazem à luz do dia antes de mais os monumentos materiais que, por eles mesmos, esclarecem – a história económica e social do Oriente: os instrumentos, a cerâmica, os ossos de animais e outros restos permitem entrever a evolução da economia; as ruínas dos palácios e das simples habitações reproduzem a imagem da cidade antiga.

As escavações do arqueólogo M. Z. Goneim, que descobriu em 1954 o sepulcro de Sahmehet, um faraó da III dinastia até ai desconhecido, forneceu interessantes mate­riais sobre o Egipto.

Os trabalhos de Parrot em Mari per­nitcm reconstituir um palácio real, templo da deusa [shtar, dependências, uma escola do palácio assim como o bairro dos pobres, com casas de tijolos crus.

A necrópole de Mari testemunha também a grande diferença de fortuna: ao lado de humildes túmulos na terra batida, encontram-Se sumptuosas sepulturas de pedra.

Um quadro análogo é ofereçido pelas outras cidades antigas do Oriente, desde Kahun, no oásis de Payum, até Anian, na margem do Hoang-ho. Mas os vestígios concretos não caracterizam senão su­rnariamente as relações sociais: não se pode esperar obter uma característica detalhada da sociedade esclavagista, formas de propriedade ou de superstrutura política, sem falar da história civil.

Assim, ligamos importância parti­cular à descoberta de inscrições traçadas nas matérias mais diversas: metal, pedra, ossos, tabuinhas de argila, papiro, pergaminho.

A grande maioria dos textos em lín­guas de povos antigos do Oriente só foi submetida a estudo em seguimento das escavações dos séculos XIX e XX. Só alguns [sobretudo em línguas da China e da índia são conhecidos através dos manuscritos con­servados nas bibliotecas; é também o caso da Bíblia.

A Bíblia, uma das mais complexas fontes da história do Próximo Oriente, é uma compilação de tradições de toda a espécie (lendas, anais, leis, obras publicitárias, reli­giosas e poéticas), semíticas e mais especialmente hebrai­cas, nascidas em diferentes épocas a partir do II milénio, e reunidas cerca do século II antes da nossa era.

A sua parte essencial sofreu, sem dúvida alguma, um retoque tendencioso, que serve os interesses do sacerdócio. A Bíblia foi o livro sagrado dos hebreus, depois dos cristãos: pas­sou, durante muito tempo, por ter sido inspirada pelo próprio Deus. Ë, pois, natural que as informações lá con­tidas sobre a história dos Hebreus e seus vizinhos tenham sido admitidas na Idade Média sem restrições.

A critica da Biblia, que se desenvolveu na luta contra a visão medievalista, feudal, do mundo, ela sozinha realçou as repeti. ções, as contradições e os erros desses escritos «divinos..

O iniciador dessa crítica foi o eminente filósofo materia­lista 13. Spinoza; antes dele, Aben-Ezra, um sábio do sé­culo XII, houvera já assinalado as contradições do texto bíblico.

As ideias de Spinoza foram retomadas por inves­tigadores burgueses (J. Wellhausen, S. Mowinckel e outros); historiadores soviéticos (N. Nikolski, A. Ranovitch) deram mais um passo neste domínio: em vez de se limitarem à critica puramente literária do texto, esforçaram-se por extrair as ideias sociais de cada livro e as origens sociais das modificações introduzidas pelos redactores.

A crítica da Bíblia é muito favorecida pelos pergaminhos hebreus descobertos por volta de 1950, na Joi-dãnia; remontam ao período que vai do século III antes da nossa era ao II também da nossa era, e contém, entre outros, fragmentos da Biblia que diferem sensivelmente do texto original, conhecido pelos copistas medievais.

Isso mostra que os dados da Biblia não podem servir para o estudo da história do Próximo Oriente (principal­mente no 1 milénio antes da nossa era) a não ser com a condição de serem examinados com prudência e discer­ntmento. Muito mais importantes, sob o ponto de vista documen­tal, são os escritos egípcios, sumérios, akkadianos, hititas, urartianos e outros, a maior parte dos quais foi encon­trada aquando das escavações.

Alguns desses vestígios (inscrições rupestres e murais, papiros) eram já conheci­dos dos sábios do século XVIII, mas nenhum podia consti­tuir objecto de investigações porque a arte de ler os hierô­glifos (tal como a escrita da maior parte dos povos do Próximo Oriente) estava então irremediavclmente esque­cida e antes de estudar esses textos era preciso aprender a decifrá-los. O problema da escrita egípcia, que existia sob três for­mas, foi resolvido em 1822 por Champollion.

Para isso, baseou-se numa incrição chamada «pedra de Rosetta., encontrada no posto egípcio deste nome. A mesma inscrição repetia-se três vezes: em grego, em hieróglifos antigos e riu caracteres demóticns (cursivo egípcio de origem mais crente).

A leitura do texto revelou que era um decreto em honra do faraó Ptolomeu V, inscrito na pedra em egípcio (duas vezes) e em grego. Já se tinha, portanto, a tradução do texto egípcio.

Era sabido, desde antes de Champollion. que os nomes reais se emolduravam num desenho oval, dito ‘(cartucho». Graças a este cartucho decifrou Cham­pollion os híeráglifos que constituíam o nome do faraó e assim se encontrou a chave da escrita egípcia.

Pelo mesmo método leu ele em outras inscrições os nomes de Cleópa­ti-a, de Berenice, de Alexandre; depois decifrou os nomes egípcios de Thutmés, de Ramsés. Dispondo de um grande rimcro de sinais, começou a ler as palavras e os textos completos.

O conhecimento do copta (língua do Egipto cristão), do árabe e do hebraico ajudou-o nesta tarefa. De­terminou o sentido de numerosos hieróglilos e compõs uma gramatica egípcia. A decifração da escrita cuneiforme é devida a Grotefeud e a Rawlinson.

Em 1802, Grotefeud conseguiu, à força de perseverança e hipóteses engenhosas, traduzir a parte superior de uma Iiserição persa do tempo de Xerxes, esculpida em três tipos de caracteres cuneiformes. Mas não encontrou o sen­tido de todos os sinais.

A questão apaixonou os investiga­dores do mundo inteiro durante perto de meio século. O mais difícil era o texto em babilónico, cujos sinais repre­sentam sílabas e palavras completas, sem contar com o facto de cada sinal ter vários sentidos.

A escrita cuneiforme babilónica foi definitivamente decifrada por volta de 1850, graças à descoberta por Rawlinson de uma grande inscrição do rei Dano, em três línguas (susiana. persa antiga e babi­lénica) num rochedo de Behistun.

O texto em persa, lido sem grande dificuldade, continha perto de 200 nomes de reis, de países e de povos. Foi isso que permitiu a Rawlin­sou, Hincks e Oppert decifrarem primeiro a parte persa e depois a parte babilónica da inscrição. Serviram-se tabuinhas escolares, encontradas nessa altura nas ruinas do palácio de Assurbanipal.

Tinham, à esquerda, sinais representando palavras completas (ideogramas), e à direita as mesmas palavras figuradas por sílabas e sinais fonéticos. A escrita cuneiforme utilizada na Mesopotâmia pois, muito complexa e consistia em três géneros de car teres: ideogramas, sílabas e fonogramas.

A leitura dos textos hititas e urartianos encontrava, facilitada pelo facto de estarem em caracteres cuniformes akkadianos; mas eram difíceis de compreender, serem as línguas hitita e urartiana desconhecidas investigadores.

Desde a segunda metade do século XIX, inglês Sayce tentou ler e traduzir várias inscrições urartianas; um apreciável contributo para o estudo desta gua foi dado pelo armenólogo K. Katkanov, o no assiriológo M. Nikolski e o erudito soviético G. Melikichv.

O estudo do hitita foi empreendido durante a Primeiz Guerra Mundial por B. Krozny; em 1952, F. Friedrió publicou o primeiro dicionário hitita. Na hora act grandes progressos se realizaram através da leitura textos cuneiformes luitas e khurritas.

As tabuinhas nicias de escrita alfabética, encontradas em Ugarit, fora decifradas simultaneamente por quatro investigadores. Os hieróglifos hititas eram bastante difíceis de interpretar; mas as escavações de Kara-Tepé (na Cilicia), tuadas por volta de 1950, forneceram as investigadores crições bilingues do século VIII antes da nossa era, caracteres fenicios e hieróglifos hititas.

Obteve-se assim base linguística indispensável a esse estudo. Nunca se conseguiu descobrir a escrita hieroglifica índia antiga, cujos vestígios foram descobertos aquando das escavações de Mohendjo-Daro e de Harappa.

Por outro lado, há muito para fazer no domínio das outras línguas antigas do Oriente: precisar a gramática, compor os léxicos, verificar a exactidão da leitura.

Não é sem razao os investigadores se vêem constantemente obrigados a dificar a transcrição dos nomes próprios, dos termos, e corrigir as traduções existentes.

Os textos em antigas linguas do Oriente são enorme­mente variados. Poder-se-iam classificar em duas categorias principais: documentos e narrações. Aos primeiros pertencem, antes de tudo, as leis.

Excepto a legislação hebraica, incluindo a Bíblia, os investigadores do século XIX ignoram as leis dos Estados Orientais da Anguidade: foi em 1901-1902 que se descobriu o código de Hamurábi, rei da Babilónia.

Em seguida, a ciência enriqueceu-se com ou­tros códigos (em geral fragmentários) de monarcas me­sopotamicos, hititas, assírios; encontraram-se muito recen­teincnte em Tuna el-Gébel (a antiga Hermópolis) fragmen­tos de leis egípcias relativas à propriedade, ao aluguel e á herança.

A maioria das fontes documentárias é constituída por textos oficiais, tais como relações de funcionários, títulos dc compra, testamentos, actos de troca, contratos de arren­clamcnto, de empréstimo e de depósito.

Durante as escava­ções efectuadas nas cidades da Baixa Mesopotãmia (Shu­ruppak, Lagash, Larsa e outras), foram recolhidas centenas dc milhares de tábuas de argila contendo documentos deste tipo que permitem (mesmo por virtude da sua quantidade) penetrar na vida económica do país nos III e II milénios antes da nossa era.

Arquivos semelhantes foram descober­tos na cidade khurrita de Nuzi, em Mari, no centro ca­padócico de Ganés e noutros sítios. Algumas tábuas foram descobertas aquando das escavações dc Karmir-Blur. Aca­I.xtm de ser publicadas as tábuas denominadas «do te­souro>, originárias de Persépolis, fontes preciosas para o estudo de um assunto ainda mal conhecido: a situação dos produtores directos na antiga Pérsia.

Os documentos egipcios, papiros e pedras esculpidas, chegaram-nos em numero muito inferior ao das tábuas de argila; além disso, datam na sua maior parte do meio do II milénio e de epocas mais recentes.

Notemos entre eles os papiros em aramaico, que remontam ao tempo da dominação persa. Um lugar à parte cabe ao documento denominado «o inventário de Harran,>, lista das propriedades dos colonos assírios nessa região, incluindo o gado, as obras hidráuli­~as, o5 escravos, etc.

As fontes documentárias compreendem, finalmente, as cartas de particulares, de funcionários e de reis, que nos chegaram em grande número.

Uma das correspondências mais abundantes é a de Hammurabi, que versa várias questões económicas, administrativas e financeiras, duas colecções de cartas têm uma importância primordial para o entendimento da história da política externa do Próximo Oriente: são os arquivos dos reis de Mari, que elucidam as relações entre a Babilónia, o país de Mari e a Assíria na primeira metade do século XVIII antes da nossa era e as cartas chamadas de Tell el-Amarna, dirigidas aos fê raós Anténof is III e Akenator (fim do século XV-iníci~ do século XIV antes da nossa era) pelos potentados sírios e os reis da Assíria, da Babilónia, do Mitanni e de outros -Estados.

Foram encontradas no sítio da capital de Akhenaton, cujas ruínas se situaram perto de Telt el-Arnarna. Textos históricos constituem as mais importantes fontes narrativas. São designadamente inscrições consagradas às campanhas militares, que os faraós faziam esculpir nos muros exteriores dos templos; biografias completas dos reis, como a de Idrimi, rei de Alalah (século XV antes de nossa era), gravada numa estátua; crónicas semelhantes às dos hititas, que descrevem em detalhe as rivalidadest na política externa do século XVIII ao século XV.

Um outro tipo de fontes são os textos literários, novelas, contos e lendas, que nos iniciam nâo apenas na história da cultura espiritual, mas também nas relações sociais.

Assim, os sabios dispõem actualmente de textos variados, escritos cm diferentes línguas orientais. O número desses textos vai aumentando de ano para ano. São eles, que servem de fonte principal ao estudo da história do Oriente.

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10 Respostas to “Fontes da história antiga do Oriente”

  1. karla said

    nuss…

    esse site é muito interessante, tenho apenas 11 anos e só de ver o começo já me interessei em ler oo restante do texto.

    Li tudo, e isso ajudou-me muito na prova!!!

  2. pedro henrique said

    muito bom

  3. Boris Christoff said

    Parabéns, nos permite uma excelente visão sobre aspectos da história do oriente.
    Estou pesquisando sobre a cidade de Lagash e necessito de detalhes e dados sobre os arqueologistas que descobriram os vestígios desta cidade, Tais como Nacionalidade, nomes completos e datas sobre as primeiras escavações. Se puder me ajudar agradeço.

  4. iracema said

    parabens
    adorei..
    vai em frente…
    cotinue assim..
    é muito interessante..
    thau….

  5. este site é ótimo. Continuemassim, e que Deus os ABÇOE.

  6. este site é ótimo. Continuemassim, e que Deus os ABÇOE. Gostaria de leer o primeiro ítem do assunto descrito acim.

  7. leidianny said

    esse site não é tão bom assim, ele deveria ter mais imformações importantes do oriente no seculo XV,como principais povos,politica entre outros,mas dá para melhorar esse texto.obrigado, tchau

  8. Laura =D said

    Esse site tem condição de melhorar !!!
    Ele teria que colocar nesse texto as civilizações, a política entre outras coisas !!!

  9. Helvidio said

    Esse site e bom, mas devia ter mais informacao!!!

  10. tamires said

    devia ter fotografias mas e bom..

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