OPINIÃO

Idéias e opiniões socialistas sobre Sorocaba

Pesquisa compara tempo, agilidade e eficiência de meios de transporte, em Sorocaba.

Posted by alexproenca em setembro 21, 2011


 Fonte: Jornal Diário de Sorocaba.
Texto:  

Na chegada, todos os participantes registraram seu tempo (Foto: Fernando Rezende)
Um desafio proposto pela Urbes colocou em prova ontem seis diferentes modalidades de transporte saindo de quatro pontos diferentes da cidade rumo à Praça Frei Baraúna, na região central da cidade. A ideia é medir comparativamente eficiência, agilidade e até impactos ambientais de cada forma de se deslocar.
Os participantes fizeram o trajeto a pé, de bicicleta, de motocicleta, de automóvel, de táxi e com transporte público (ônibus), no horário de pico. As partidas foram da praça Adolpho Hanickel (próximo do Carrefour Sônia Maria), praça dos Tropeiros (próximo da Santa Casa), Parque Campolim e Largo do Divino. Embora seja necessário considerar distância e meio de transporte, o primeiro a chegar foi uma das bicicletas que saiu da praça Adolpho Hanickel, com 9min57seg.
Para os que fizeram caminhada, havia três perfis partindo de cada um dos quatro pontos: uma pessoa que caminha com frequência, uma que caminha eventualmente e um idoso que pratica caminhada. O professor de Educação Física, Cláudio Cardoso, 60 anos, partiu a pé da praça dos Tropeiros e chegou em pouco mais de 22 minutos ao destino final. Ele disse que fez o discurso com tranquilidade. “Fui no meu ritmo e cheguei bem. Havia outros dois mais jovens que eu que, claro, chegaram antes. Mas como estou acostumado, não encontrei dificuldades no percurso”, declarou. A última pessoa a chegar foi a que caminhou a partir do Largo do Divino e era caminhante eventual; o percurso durou 51min49seg.
No caso dos ciclistas, eram dois perfis: ciclista frequente e esporádico. José Carlos de Almeida anda de bicicleta de vez em quando e fez parte da pesquisa. Ele partiu do Largo do Divino. “A primeira coisa que notei foi que é possível andar de bicicleta na General Carneiro. Nos cinco primeiros semáforos, andei em pé de igualdade com a moto, e só depois disso ela me passou. Então, dá para ver que a diferença de tempo não é tão grande”, contou.
O presidente da Urbes, Renato Gianolla, disse que o experimento não tem caráter de corrida, mas de análise comparativa das alternativas de transporte. Segundo ele, é importante analisar diversos fatores, e o tempo de chegada é só um deles. “Comparando a moto com a bicicleta, a diferença de tempo, às vezes, é muito pequena. Mas, no caso da bicicleta, o custo é muito menor. Além disso, a emissão de gás carbônico é muito menor. Portanto cada modalidade tem seus benefícios”, explica.
Este foi o segundo ano do desafio, mas não é possível comparar com a edição anterior, já que no ano passado o trajeto ia apenas do Largo do Divino ao Parque Campolim. Com isso, Gianolla disse que, dentro de uma semana, quando tiverem sido computados todos os dados, será possível fazer um comparativo apenas entre as modalidades e os trajetos. Apenas no próximo ano, dependendo de mudanças no trânsito, poderão ser comparados outros impactos.
No caso de motoristas e motociclistas, havia também a inclusão do tempo de encontrar uma vaga e de estacionamento propriamente dito, antes de o voluntário atravessar a linha de chegada. “É importante destacar que o desafio é uma confraternização entre os meios de transporte. O mais interessante é que, no fim, todos chegam a pé, justamente para mostrar que, no trânsito, todos somos pedestres”, ressaltou.

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