OPINIÃO

Idéias e opiniões socialistas sobre Sorocaba

Governo Federal destina R$ 14 milhões para obras das adutoras de Sorocaba

Posted by alexproenca em julho 21, 2009


Governo Federal destina R$ 14 milhões para obras das adutoras de Sorocaba

A Prefeitura de Sorocaba, por intermédio do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae), abriu um processo licitatório, no valor de mais R$ 14 milhões, para execução de obras de um projeto de prevenção e proteção das cinco adutoras de água que abastecem Sorocaba, vindas da represa de Itupararanga, na região da Serra de São Francisco.

Nos anos de 2004 e 2006, acidentes com pedras que se desprenderam do solo e romperam as adultoras, situadas naquela região, deixaram milhares de sorocabanos sem água. A verba para essa obra vem de financiamento assinado com a Caixa Econômica Federal (CEF), em 2007, proveniente do Governo Federal pelo programa Saneamento para Todos, do Ministério da Cidades.

O superintendente do Saae, Geraldo Caiuby, disse na noite de ontem, que essa obra é preventiva e tem o objetivo de impedir que os problemas ocorridos no passado voltem a acontecer. Caiuby disse que as obras serão realizadas nas encostas, e por este motivo, não haverá cortes no fornecimento de água à população sorocabana.

O projeto, que será usado como base nas obras de contenção, foi realizado pela empresa Maffei Engenharia Ltda. e o edital de licitação foi divulgado na edição de sábado do Jornal Cruzeiro do Sul. O tipo de concorrência é sob regime de empreitada por preço global e menor preço.

O prazo de encerramento do processo é dia 24 de agosto, às 9h. O superintendente do Saae enfatizou que este tipo de licitação tem um prazo grande e que se tudo correr bem, com a questão do trâmite burocrático, dura em média de 90 a 120 dias. Após essa fase, explicou, é escolhida a empresa vencedora e é dada a ordem de serviço, documento expedido e que numa licitação implica no prazo de duração dos serviços.

Nós temos um prazo de dois ou três anos para concluir a obra. Primeiro porque você começa agora e chega no final do ano, quando começa a chover no período mais difícil de janeiro, tem que parar já que não dá para mexer lá nessa época. É um contrato grande que a Prefeitura está fazendo e ele é preventivo. É um cautela, uma prudência vamos dizer assim, citou, indicando que o clima interfere na realização de uma obra.

Em relação ao valor da concorrência pública, Caiuby disse que os R$ 14.039.050,18 milhões são orçados em panilha e agora as empresas irão oferecer suas propostas, a serem julgadas pela comissão de licitação. Ele indicou que nestes tipos de financiamento, os recursos são liberados gradativamente pela medição, seguindo a execução dos trabalhos e o material consumido em cada etapa da obra.

Caiuby disse que as obras serão realizados na encosta e não nas adutoras.

Por este motivo, não há previsão de falta de abastecimento de água durante o período. Sobre o que já foi realizado, nas recuperações anteriores de 2004 e 2006, ele explicou que o serviço foi bem feito, e portanto, não há um risco iminente para o local.

Sempre existe um risco, tanto é que estamos tomando as precauções. Mas nada iminente e é uma obra bem calma e tranquila, de prevenção mesmo. É um equipamento de incêndio que eu vou rezar para nunca ter que usar.

Obras

As obras vão proteger as cinco adultoras existentes na Serra de São Francisco, inclusive da principal delas de 800 milímetros de diâmetro, última que foi realizada e é responsável pelo maior volume de abastecimento. As adultoras do Cerrado até Itupararanga têm 14 quilômetros de extensão e representam a captação de um volume aproximado de 2 metros cúbicos por segundo.

O superintendente do Saae disse que o projeto é imenso e totalmente complexo. Ele explicou que as infiltrações de água em época de muita chuva são responsáveis pelos deslizamentos de terras, consequentemente, também das rochas, já que o solo fica saturado e se desprende. As contenções são de diversos tipos.

Já que você tem estruturas de concreto ou em certas regiões você faz um condução da água, para que ela drene normal e não forme um enxurrada, tendo um destino melhor. É uma proteção das encostas. Na verdade, você estabiliza os lugares que podem deslizar e faz um revestimento nos pontos que você pode ter erosão.

A reportagem questionou os valores gastos nas outras recuperações anteriores, 2004 e 2006, porém Caiuby não arriscou responder de cabeça, já que poderia passar um dado errôneo.

Fonte : Jornal Cruzeiro do Sul

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