OPINIÃO

Idéias e opiniões socialistas sobre Sorocaba

Posts de fevereiro \29\UTC 2012

MP entra com nova ação contra o prefeito de Sorocaba.

Publicado por alexproenca em fevereiro 29, 2012

Fonte: Jornal Bom Dia Sorocaba.

Vitor Lippi é alvo de improbidade administrativa por contrato feito sem abertura de uma licitação públicaPEDRO GUERRA
pedro.guerra@bomdiasorocaba.com.br

O Ministério Público entrou com um novo pedido de ação de improbidade administrativa contra o prefeito Vitor Lippi (PSDB). O motivo, agora, é a contratação sem licitação de uma empresa para fornecimento de software para implantação do SIM (Sistema de Informações Municipal) na Prefeitura de Sorocaba. O valor co contrato é de R$ 1,9 milhões no dia 4 de julho de 2006, ou seja, ainda do primeiro mandato do prefeito.

A empresa que prestou o serviço foi a Fatec (Fundação de Apoio a Tecnologia e Ciência) de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Também houve dois aditamentos a esse mesmo contrato: um no dia 4 de junho de 2007 e outro em 24 de agostos de 2008, com valor de R$ 2 milhões cada um.

Segundo o promotor Orlando Bastos Filho a empresa é uma entidade privada e não pública. “São as famosas fundações de apoio formada por professores de uma universidade pública que por ela buscam se passar”, consta no documento protocolado pelo promotor  na Vara da Fazenda Pública.

Além do prefeito Vitor Lippi, consta ainda no nome dos diretores administrativos da Fatec do Rio Grande Sul, Carlos Bolli Mota e também Eduardo Riazzati como acusados pelo promotor.

Caso sejam condenados, os envolvidos terão de ressarcir os cofres públicos, vão perder a função pública atual ou futura, perderão também os direitos políticos por oito anos e ficarão impedidos de fazer contratos com o poder público.

Quarto
Esse é o quarto pedido de ação de improbidade administrativa contra o prefeito Vitor Lippi que se tornaram públicos nos últimos dois meses.

No 15 de dezembro do ano passado o MP protocolou duas solicitações em razão de contratos emergenciais (sem licitação) para realização de serviço de tapa-buracos na cidade com as empresas Pratic Service & Terceirizados e a Obragem Engenharia e Construções.

A terceira ação de improbidade administrativa contra o prefeito foi protocolada no dia 6 de fevereiro passado e está relacionada a “Marcha para Jesus”. O MP entende que Lippi não poderia ter repassado verba pública para o evento religioso.

Resposta
O prefeito Vitor Lippi tem um entendimento contrário ao do promotor nesta questão, mas ontem, até o fechamento desta edição às 22h10, ele não havia se manifestado. Mas hoje ele se comprometeu a falar sobre esse assunto e amanhã é publicado.

Prefeito já foi multado pelo Tribunal de Contas
Em junho do ano passado o prefeito Vitor Lippi foi multado pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) por ter feito o contrato com a Fatec do Rio Grande do Sul sem licitação. Ou seja, o mesmo caso que agora virou ação de improbidade administrativa.

R$ 5.9
milhões é o valor entre contrato e aditamentos entre Sorocaba e a empresa de Santa Maria (RS)

Nada de errado
Na época da multa, o prefeito falou que não fez nada de errado no referido contrato.

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Lei da ficha limpa, pode atingir Amary.

Publicado por alexproenca em fevereiro 18, 2012

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

Amary acredita que Ficha Limpa não impedirá a sua candidatura

Ex-deputado tem condenações em segunda instância, mas está confiante
Notícia publicada na edição de 18/02/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 005 do caderno A – o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
Leandro Nogueira
leandro.nogueira@jcruzeiro.com.br
Com cerca de 30 ações populares, civis públicas e por improbidade administrativa registradas contra o pré-candidato a prefeito Renato Amary no banco de dados do Tribunal de Justiça e duas condenações por improbidade administrativa em decisão colegiada na segunda instância, o ex-deputado federal, ex-prefeito e presidente do PMDB em Sorocaba acredita que a candidatura dele não será barrada pela “Lei da Ficha Limpa”, válida para as eleições de 2012. Amary votou favoravelmente a essa lei quando era deputado federal e diz que foi criada para impedir que políticos que causam lesão ao erário público com dolo (intenção) ou má-fé tenham as suas eventuais candidaturas validadas. “Eu não me encaixo em nenhuma condição, em nenhuma avaliação de tipificação de ter causado lesão ao erário público com dolo ou de ter usado de má-fé”, opinou Amary na tarde de ontem em entrevista coletiva.

Já o texto da “Lei da Ficha Limpa” não especifica a má-fé ou a intenção em todos os critérios que prevê para tornar um agente político inelegível a fim de proteger a integridade administrativa e a moralidade no exercício do mandato. Entre os impedimentos para eleger-se consta os que tiverem sido condenados por órgão judicial colegiado por crime contra a administração pública e o patrimônio público e detentores de cargo na administração pública que beneficiarem a si ou a terceiros, pelo abuso do poder econômico ou político, condenados em decisão julgado por órgão colegiado nos 8 (oito) anos seguintes. As duas condenações em órgão colegiado por improbidade (leia matéria abaixo) de Renato Amary são do ano 2010, devido às contratações do período em que foi prefeito em Sorocaba, das empresas Pratic Service e do Instituto de Organização Racional do Trabalho (Idort).

Renato Amary lembrou que na eleição de 2010, quando foi candidato a deputado federal, houve a tentativa de invalidar a candidatura dele na Justiça Eleitoral. Descreveu que a denúncia foi apresentada pelo Ministério Público e a sentença foi favorável ao pré-candidato no Tribunal Regional Eleitoral. Houve recursos e também venceu no Tribunal Superior Eleitoral. “Ganhamos por unanimidade, e tivemos a nossa candidatura deferida, com decisão de órgão colegiado, porque o Tribunal entendeu que não houve lesão ao erário público”, afirmou. O pré-candidato acredita que tal decisão servirá de jurisprudência em 2012, se houver novas contestações ao registro de candidatura que precisará fazer no Tribunal Regional Eleitoral para concorrer à Prefeitura.

Veja as decisões contra Amary

O acórdão da 6ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, em maio de 2010, manteve as condenações da Comarca de Sorocaba para Renato Amary, no processo de improbidade administrativa em que foram julgadas as duas contratações do Idort em 2003: uma para a cobrança de inscritos na dívida ativa e a outra para a implantação de um sistema do ISSQN. Em decisão colegiada, os desembargadores mantiveram parte da sentença do juiz José Elias Themer, que condenou o agora pré-candidato a prefeito à suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco anos e a proibição de contratar com o Poder Público ou de obter benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente por cinco anos. Os desembargadores excluíram da sentença apenas a exigência de devolução aos cofres públicos do valor pago ao Idort.

No caso da contratação da empresa Pratic Service, a 6ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça, em dezembro de 2010, ao invés de manter a perda dos direitos políticos por oito anos, em decisão colegiada, manteve a condenação por improbidade dada em primeira instância e determinou uma multa no valor de R$ 400 mil, excluindo da sentença a condenação para a devolução do valor pago pela contratação da empresa, conforme havia sido decidido na Comarca de Sorocaba pelo juiz Marcos Soares Machado, em novembro de 2009. A condenação ocorreu por conta de contratação sem licitação para operação de tapa-buraco nas vias de Sorocaba. Renato Amary diz que não pagou a multa e recorre do valor. (L.N.)

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Verba municipal da Marcha para Jesus motiva ação do MP.

Publicado por alexproenca em fevereiro 16, 2012

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul.

Notícia publicada na edição de 16/02/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 8 do caderno A – o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.

Wilson Gonçalves Júnior
wilson.junior@jcruzeiro.com.br 

O Ministério Público Estadual (MPE) acusa o prefeito Vitor Lippi (PSDB) de destinar ilegalmente verbas públicas para a realização do evento Marcha para Jesus, entre os anos de 2006 e 2010. Além do chefe do Executivo, constam como acusados na ação de improbidade administrativa, ingressada na Vara da Fazenda Pública de Sorocaba, o secretário de Cultura, Anderson Santos, o deputado estadual Carlos Cézar (PSB) e o Conselho de Pastores Evangélicos de Sorocaba. Os valores para financiar o evento de caráter religioso, R$ 340 mil, foram repassados por intermédio de emendas parlamentares do pastor Carlos Cézar, na época que era vereador. Por esse motivo, o promotor de Justiça Orlando Bastos Filho, autor da ação, chegou a dar nome de “mensalinho sorocabano” ao acordo feito anualmente entre o Executivo e Legislativo para a liberação de recursos do orçamento do município para os vereadores. Segundo ele, desta maneira, Lippi conseguiu cooptar os parlamentares para garantir o apoio político para seu governo.

A ação foi distribuída em 6 de fevereiro e a Justiça deu prazo de 15 dias para os acusados se manifestarem por escrito. Após o período, o juiz da Vara da Fazenda Pública, Marcos Soares Machado, vai decidir se acata ou não a denúncia movida pelo MP. Caso haja condenação, os acusados terão que devolver aos cofres públicos, entre multas e o valor do dano ao erário (R$ 340 mil), a quantia de R$ 2,94 milhões. Além disso, terão outras sanções como a perda da função pública, dos direitos políticos por 8 anos e impossibilidade de firmar contrato com o poder público.

Na acusação, após instauração de inquérito civil em dezembro de 2010, o Ministério Público questiona os repasses públicos destinados a realização da “Marcha para Jesus”, conforme prevê o artigo 19 da Constituição Federal. “É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público”, aponta a lei.

De acordo com o promotor Orlando Bastos Filho, em 2006, a Prefeitura de Sorocaba organizou o evento, sem abertura sequer de um processo administrativo. Segundo ele, não foram realizadas licitações e todos os pagamentos foram feitos diretamente às empresas, sem nenhuma formalidade administrativa para saber como os serviços acabaram sendo contratados. “Não há qualquer empenho, muito menos notas fiscais que justifiquem as despesas. Em suma, tudo, e por tudo, informal e ilegal”, argumenta o MP.

De 2007 a 2010, a formatação do encaminhamento da verba, via Prefeitura de Sorocaba, teve a forma mudada, sendo o repasse encaminhado diretamente à Associação dos Pastores, por intermédio de emendas parlamentares de Carlos Cézar, na época vereador em Sorocaba e atualmente deputado estadual. Segundo o MP, somente em 2009, o Conselho de Pastores Evangélicos de Sorocaba foi prestar conta do dinheiro repassado em 2007, R$ 30 mil em 3 de setembro e mais R$ 30 mil em 15 de outubro. Naquele ano, o evento começou a fazer parte do calendário oficial do município, sempre ocorrendo no mês de novembro, por intermédio de projeto de lei apresentado pelo vereador Carlos Cézar. No ano de 2006, o Marcha para Jesus ocorreu em setembro. “Nunca se viu, em administração, o procedimento de despesas confeccionado dois anos após, com efeitos retroativos”, criticou o promotor.

Até 2009, os repasses foram de R$ 60 mil, sendo elevados para R$ 100 mil em 2010. Conforme apontou o MP, o prefeito Vitor Lippi atravessou o secretário de Cultura, Anderson Santos e sempre com ordens de pagamento feitas de “boca”, sem qualquer formalidade. O promotor frisou que as informais despesas contrariam todas as regras de administração pública e revelam a intenção clara de Lippi, em apenas beneficiar a entidade para atender os interesses defendidos pelo pastor e vereador. “O prefeito ordenava, diretamente, ou por um segundo, a entrega do numerário, sempre com extrema proximidade do evento, e tal era cumprido, sem a menor formalidade, como se estivesse o alcaide (prefeito) cuidando com seu gerente bancário pessoal.”

Sobre o caso do secretário Anderson Santos, que vai ser citado somente a partir de 2007, já que não respondia pela pasta em 2006, o promotor disse que mesmo tomando conhecimento das despesas, o acusado nunca fez nada para defender o erário, “ajoelhando-se” à determinação de Lippi.

“Mensalinho sorocabano”

Na mesma ação, o promotor fez uma menção às emendas parlamentares no orçamento municipal, estabelecidas em acordo entre o Executivo e o Legislativo. No ano passado, em reunião ocorrida no gabinete do prefeito Vitor Lippi, no sexto andar do Paço, ficou definido um valor de R$ 700 mil para cada um dos 20 vereadores, totalizando R$ 14 milhões ao todo em emendas para 2012. 61,7% deste dinheiro, R$ 8,638 milhões foram repassados a entidades assistenciais. O restante, R$ 5,322 milhões, será empregado para a execução de obras em diversas regiões da cidade, além de incentivo a eventos esportivos e culturais.

Bastos Filho informou que com este acordo entre Legislativo e Executivo, os vereadores conseguem, com dinheiro público das emendas, trabalhar em seus redutos eleitorais, em troca de apoio político. “O prefeito contenta a Câmara, garantindo o necessário apoio parlamentar”, disparou.

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Esse tal de Arduino.

Publicado por alexproenca em fevereiro 13, 2012

Fonte:  http://blogs.estadao.com.br/link/esse-tal-de-arduino/

Por Tatiana de Mello Dias

Como uma plataforma aberta criada para estudantes impulsionou o hardware livre ao atrair curiosos e fãs de eletrônica que querem construir seus próprios aparelhos

Sábado, 11h, 30 graus. O calor em São Paulo estava quase insuportável, mas em um casarão no bairro Santa Cecília, ele não foi páreo para placas, fios e circuitos – trio que centralizou as atenções dos presentes. Na Oficina Arduino 100 Noção, todos os olhares estavam fixos nas entradas da protoboard, placa usada para o aprendizado de eletrônica.

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Eles estavam lá para entender o que é, afinal, o Arduino, plataforma que populariza o conceito de hardware livre. Assim como o software, o hardware open source é desenvolvido de forma aberta, sem patentes, e seu projeto pode ser recriado de diferentes formas. E, depois dos conceitos, vem a prática. Tudo o que todo mundo queria, naquela manhã, era só uma coisa: fazer que a luzinha da placa acendesse.

A placa oficial

A oficina ocorre quinzenalmente no Garoa Hacker Clube, comunidade de amantes de eletrônica que funciona no porão da Casa de Cultura Digital. Quem dá as aulas é o desenvolvedor Cláudio Miklos, membro do clube fundado no começo de 2011. Ele não pediu autorização para começar a dar as oficinas sobre uma de suas paixões.

Criado em 2005, o Arduino surgiu como um projeto para estudantes. Aprender eletrônica era caro: um microcontrolador custava 100 euros. Por isso estudantes do Instituto de Design de Interação de Ivrea, na Itália, decidiram fazer sua própria placa. Buscaram colaboradores e, assim, Massimo Banzi criou uma tecnologia eficiente e acessível, compatível com Windows, Mac e Linux. As placas foram feitas em dois dias. Chegou a hora de fazer um software que as fizesse conversar com o computador.
“Surgiu a vontade de fabricar algo de maneira mais profissional”, diz Gianluca Maertino, cocriador da plataforma, no filme Arduino, o Documentário. Logo as placas começaram a ser vendidas – sem perder sua característica livre: qualquer um poderia recriá-las, desenvolvê-las e fazer qualquer coisa com aquilo.

É isso o que permitiu o surgimento de oficinas como a de Cláudio Miklos. Uma placa de Arduino custa cerca de R$ 100. Mas o padrão aberto permite que ela seja reproduzida e conectada ao software, barateando ainda mais a produção. Naquele sábado, os alunos trabalhavam em um kit que não custou mais do que R$ 30. E ali cada um tinha um objetivo diferente.

“Quero virar nerd de Arduino”, brincou a estudante de artes Aline Arcuri. Ela foi à aula por indicação de um professor da faculdade. Interessada em arte eletrônica, quer aprender a usar a plataforma para criar uma “floresta de LEDs” na Voodoohop, festa alternativa paulistana. “Arduino está em alta, mas não tenho muita paciência. Quer dizer, não tinha. Estou me forçando a ser nerd. Se tivesse ido para a balada ontem, hoje não estaria entendendo nada”, riu.


Cláudio Miklos e seus alunos

O analista de sistemas Dorival Lopes quer automatizar o acendimento das luzes da sua casa. “É muito caro comprar essas coisas”, disse, enquanto quebrava a cabeça para descobrir qual conexão estava errada – o seu LED não acendia. E acender a lâmpada é o primeiro indício de que a placa montada pelos alunos está funcionando.

“Não precisa ser nenhum gênio”, disse Miklos, forçando os alunos a testar uma a uma as conexões da placa atrás dos problemas. O primeiro LED a acender foi o do bancário Leonardo Luciano Silva. Ele é um aluno aplicado. Quer entrar para o Garoa Hacker Clube, mas precisa de uma indicação de um sócio – enquanto isso não acontece, ele frequenta os eventos ajudando os outros alunos.

A placa recriada com o LED devidamente aceso

“Acendeu!”, comemorou Rodolfo Araújo, também analista de sistemas. Ele tem um objetivo ambicioso: quer montar uma estação meteorológica na laje de sua casa e enviar as informações para a web, para oferecer previsão do tempo à região de Guarulhos. “Depois que se aprende a falar, o céu é o limite”, disse.

A placa de Arduino comprada pronta já vem com o LED funcionando e outras saídas – como USB e Bluetooth. Mas a ideia da oficina é mostrar aos alunos que é possível criar a própria placa – e desenvolver interações a partir dela. “Fazer nessa plaquinha dá muito mais noção do que está acontecendo”, disse Aline, a última a conseguir acender o LED – sem um pingo frustração. “Fazer hardware aberto é se divertir”, diz Miklos. “O Arduino é uma forma de entender o que está dentro dos eletrônicos e pegar o controle de volta”, diz o professor do ensino médio Joan Carlos de Mena no documentário.

Para todos. A revolução do Arduino vai além do hardware. Seu software transforma uma linguagem relativamente fácil para humanos (um C simplificado) em outra língua, mais difícil para homens, mas mais fácil para o hardware entender. Isso simplifica a criação de comandos para a placa, que vai conversar com o ambiente via sensores (de presença e temperatura) e pode ser conectada a outros objetos (até a um celular Android).

Por ser open source, há uma grande biblioteca de comandos. Quem cria um robô, objeto de arte, impressora 3D ou qualquer outro objeto físico para Arduino contribui com funções para a biblioteca. É conhecimento sobre conhecimento, o mesmo princípio do software livre.

Quando ouviu falar da plataforma, o programador Zach “Hoeken” Smith pensou de cara em uma máquina que fabricasse objetos. Ele não entendia muito de eletrônica, mas deu certo. E hoje sua empresa, a Makerbot, vende impressoras 3D a um preço acessível (cerca de US$ 1 mil). É a única do tipo. A Makerbot pega um projeto de objeto em 3D e, com múltiplos Arduinos, funciona como um robô recriando o projeto em plástico. Se o projeto do objeto for open source, então os objetos também serão abertos. “O que nós tentamos fazer é tornar tudo open source”, diz Smith.

Como o Arduino é a primeira plataforma a adotar o conceito de hardware aberto, os padrões ainda são nebulosos. “A questão de open hardware ainda é complicada, não existe ainda uma licença”, diz Massimo Banzi. Mas, se o ritmo de desenvolvimento continuar o mesmo – hoje há 120 mil usuários do Arduino, contando só a placa oficial – a expectativa de seus criadores é que, em dez anos, apareça o primeiro computador Arduino. “Por que não?”, brinca David Cuartielles, cocriador da plataforma.


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Em Sorocaba: Pesquisa aponta Amary, seguido de Pannunzio ou de Raul Marcelo.

Publicado por alexproenca em fevereiro 11, 2012

Fonte: Jornal Ipanema

Ipanema Online

Se a eleição fosse hoje em Sorocaba, o ex-prefeito e ex-deputado federal Renato Amary (PMDB) bateria os atuais e mesmo os prováveis pré-candidatos que disputariam a eleição com ele. Entre os pré-candidatos cogitados para representar o PSDB, o ex-deputado federal e ex-prefeito Antonio Carlos Pannunzio é o mais bem posicionado e seria o único que ficaria à frente do ex-deputado estadual e ex-vereador Raul Marcelo (PSOL).

É o que mostra a primeira pesquisa registrada em Sorocaba referente às eleições 2012 para o cargo de prefeito. A pesquisa do Instituto Opinião foi realizada entre os dias 4 e 8 deste mês e ouviu 500 eleitores em Sorocaba, tendo 4,4% de margem de erro. (Veja mais detalhes abaixo).

Segundo a pesquisa, caso a eleição fosse hoje e concorressem não só os atuais pré-candidatos e os outros nomes que vem sendo citados pela mídia, Amary teria mais que a soma de todos eles juntos, portanto, venceria já no primeiro turno.

Para essa simulação foram postos os nomes de Renato Amary, Pannunzio, Raul Marcelo, da ex-deputada federal e ex-vereadora Iara Bernardi (PT), da deputada estadual Maria Lúcia Amary (PSDB), do vereador José Francisco Martinez (PSDB), do diretor geral do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) de Sorocaba, Geraldo Caiuby (PSDB) e do vereador Hélio Godoy (PSD).  Sozinho o ex-prefeito Renato Amary  bateria nos 44%, enquanto todos os seus possíveis adversários, somados, teriam 39,8% dos votos.

Pesquisa foi feita em cinco dias, em seis regiões da cidade

Registrada no Tribunal Regional Eleitoral em 6 de fevereiro, sob protocolo SP-00005/2012, a pesquisa foi encomendada pelo Sistema Regional de Radiodifusão Ltda. – Jovem Pan Sorocaba – ao Instituto Opinião Pesquisa Análise e Consultoria Ltda., com sede em São Paulo.

Os dados da pesquisa Jovem Pan Sorocaba foram coletados no período de 4 a 8 de fevereiro, entre 500 entrevistados. A metodologia da pesquisa levou em conta a aplicação de questionários junto a uma amostra proporcional e representativa do eleitorado de Sorocaba, através do sistema de cotas pré-definidas baseando-se na divisão dos setores censitários do município pelo Censo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2010, e na divisão do eleitorado local por sexo e idade definida pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Margem de erro - Para o total da amostra, a margem de erro é de 4,4%, para mais ou para menos, calculada considerando-se um coeficiente de confiança de 95%.

Perfil dos entrevistados -  48% dos entrevistados são homens e 52% mulheres. De acordo com a faixa etária, a maioria, 40%, têm 45 anos ou mais; 24% têm entre 25 e 34 anos;  20% têm entre 35 e 44 anos e 16% têm entre 16 e 24 anos.

Por grau de instrução, 54% dos entrevistados apresentam ensino médio completo e ensino superior incompleto; 16% têm ensino fundamental 2 completo  e ensino médio incompleto; 15% têm ensino fundamental 1 completo  e ensino fundamental 2 incompleto e 6% são analfabetos.  O nível econômico indica que 36% ganham entre R$ 1.001,00 a R$ 2.000,00; 31% têm renda acima de R$ 2.000,00; 28% estão na faixa salarial de R$ 601,00 a R$ 1.000,00 e 4% ganham até R$ 600,00 por mês.

Abrangência - De acordo com o plano amostral, a pesquisa Jovem Pan Sorocaba/Jornal Ipanema/Instituto Opinião entrevistou pessoas em seis regiões da cidade, além de bairros isolados, sendo 21% das respostas vindas da zona norte; 20% da região sudoeste, 16% da região oeste; 13% da região leste; 13% da região sudeste; 9% do centro-sul do município e 8% de bairros isolados (nestes considerando-se, inclusive a região do Éden e Cajuru, Aparecidinha, entre outros).

Pesquisa espontânea aponta que Lippi seria o maior adversário de Amary

De acordo com o resultado da pesquisa Jovem Pan Sorocaba/Jornal Ipanema/Instituto Opinião, na metodologia espontânea o maior adversário de Renato Amary seria o atual prefeito Vitor Lippi, que não pode mais se candidatar ao cargo pois já venceu a reeleição em 2008. O uso da metodologia da espontânea ocorre quando uma pergunta é feita aos entrevistados, mas não é dada nenhuma alternativa para a resposta. O resultado mede a lembrança do entrevistado e a importância que ele dá ao tema questionado, no caso, a escolha do nome para governar a cidade.  Amary aparece com 11,8% de intenções espontâneas, enquanto Lippi teria 9,2%. De todos os outros possíveis candidatos, nenhum chegou a ter 2% da preferência dos eleitores. Confira o resultado:


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Na pesquisa estimulada, o pré-candidato peemedebista continua na liderança.


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Amary, Pannunzio e Raul Marcelo lideram, independente do voto do entrevistado

Em um dos cenários de pesquisa estimulada, os entrevistados opinaram sobre os nomes que têm maior chance de vencer a eleição para prefeito este ano em Sorocaba sem, no entanto serem os seus eleitores. Renato Amary lidera com 52,6%, seguido de Pannunzio, com 11,4% e Raul Marcelo, com 6,4%. As pesquisas estimuladas obedecem à metodologia pela qual uma lista é passada para os entrevistados e eles escolhem algumas das alternativas apresentadas, são válidas para medir as opções mais relevantes.


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Em caso de segunda opção de voto, Maria Lúcia ganharia de Pannunzio

Questionados sobre quem os entrevistados indicariam como uma segunda opção de voto, três nomes aparecem com índices muito próximos. São Maria Lúcia, Pannunzio e o próprio Amary.


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71,2% dos sorocabanos avaliam o governo Lippi como “ótimo” e bom”

A pesquisa Jovem Pan Sorocaba/Jornal Ipanema/Instituto Opinião revela que 71,2% dos sorocabanos avaliam o governo do prefeito Vitor Lippi (PSDB) como “ótimo” e “bom”. Segundo a pesquisa, 20,4% dos entrevistados classificam a administração atual como sendo “ótima” e 50,80% “boa”. Os sorocabanos que avaliam o atual governo como “regular” correspondem a 22,4%. Já os entrevistados que desaprovam a atual administração municipal, cujas respostas foram “ruim” e “péssima”, somam 5,6%, sendo que 3,2% consideraram “ruim” e 2,4% avaliaram como “péssima”. Dos entrevistados, 0,80% não souberam responder.


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Apoio de Lippi a sucessor pode influenciar 72% eleitores

A pesquisa também mediu o grau de influência do atual prefeito de Sorocaba, Vitor Lippi (PSDB), no possível fenômeno de “transferência de votos” ao candidato de sua preferência.

Diante da pergunta “O fato de o prefeito Vitor Lippi apoiar um candidato a prefeito de Sorocaba na eleição desse ano, isso faz com que você”, as respostas foram: 43% dos entrevistados afirmaram que votariam “com certeza nesse candidato” e 25,80% afirmaram que “talvez vote nesse candidato”.

Os que “com certeza” não votariam no candidato de Lippi representam 16,80%. Os que consideram indiferente o apoio de Lippi na decisão de seu voto somam 12% e 1,80% dos entrevistados não soube responder.


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Raul Marcelo tem a menor rejeição; Iara e Amary lideram o ranking

A pesquisa Jovem Pan Sorocaba/ Jornal Ipanema também avaliou o grau de rejeição dos pré-candidatos à Prefeitura de Sorocaba. A pesquisa foi feita de forma estimulada, isto é, com a apresentação de oito nomes pré-definidos. O ex-deputado estadual e ex-vereador Raul Marcelo (PSOL), dentre todos os pré-candidatos, é o que tem a menor taxa de rejeição, com 9,4%. A ex-deputada federal Iara Bernardi (PT) é a mais rejeitada pelo eleitor com 15,2%, seguida pelo ex-deputado federal e ex-prefeito de Sorocaba, Renato Amary (PMDB) com 12,8%.


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Godoy e Caiuby são os mais “desconhecidos” entre os eleitores

Em outro cenário estimulado, a pesquisa questionou os entrevistados sobre quais dos nomes apresentados eles nunca tinham ouvido falar. O resultado aponta que 61,60% dos eleitores ouvidos  disseram conhecer todos. Já entre os “desconhecidos” dos eleitores, o vereador Helio Godoy (PSD) lidera o ranking, com 21,60%, seguido do diretor geral do Saae, Geraldo Caiuby (PSDB), com 20,20%.

O pré-candidato do PMDB, Renato Amary, é o mais conhecido do eleitorado sorocabano. Apenas 2,4% dos entrevistados declararam não conhecer o ex-deputado federal e ex-prefeito de Sorocaba. O índice dos que disseram não conhecer nenhum dos pré-candidatos apresentados ficou em 3,80%.


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Entre os tucanos, Pannunzio leva vantagem

Indefinição no PSDB leva instituto a testar quatro possibilidades

Diante da indefinição do nome do pré-candidato do PSDB para disputar as eleições para prefeito neste ano, o Instituto Opinião testou pelo menos quatro possibilidades, mantendo-se os nomes daqueles que abertamente se dizem pré-candidatos e as possíveis opções apresentadas até agora pelos tucanos.

Se o candidato for o ex-deputado federal e ex-prefeito Antônio Carlos Pannunzio, ele apresentaria a melhor condição, ficando em segundo lugar, com 14,4% dos votos, perdendo para Amary, que teria 46%. Em terceiro apareceria Raul Marcelo, com 11,4%. Nas demais possibilidades, Raul Marcelo ocuparia a segunda colocação.

Na simulações feitas com a deputada estadual Maria Lúcia Amary, com o presidente da Câmara de Sorocaba, José Francisco Martinez e com o diretor-geral do Saae, Geraldo Caiuby, o PSDB aprece em quarto lugar na pesquisa, ficando atrás do PT, PSOL e PMDB.

Pannunzio 14%


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Maria Lúcia 6%


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Martinez 4%


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Caiuby 2%


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Candidato apoiado pelo prefeito Vitor Lippi 1,20%


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Urbes (Sorocaba) é processada por desvio de função.

Publicado por alexproenca em fevereiro 9, 2012

Fonte: Jornal Bom Dia Sorocaba.

 

Segundo o Ministério Público do Trabalho, funcionários tinham cargos desviados sem concurso público

MILENE GÓES
milene.goes@bomdiasorocaba.com.br

Atos de provimento irregulares resvalam na imoralidade administrativa e prejudicam a sociedade sorocabana, que fica impedida de ter acesso a cargos e empregos públicos.

O Ministério Público do Trabalho ingressou com ação civil pública contra a Urbes- Trânsito e Transportes, pedindo à Justiça o fim do desvio de função de servidores e a nulidade de todas as promoções sem concurso público. Segundo investigado pelo MPT, praticamente metade dos servidores estão em funções diversas para as quais prestaram concurso.

De acordo com o MPT, desde 2010 o ministério de Sorocaba já investiga a situação. Segundo investigações,a empresa não contratava advogados há anos,porque tinha como prática a promoção de ocupantes de outros cargos para exercerem a função, como auxiliar administrativo, fiscal de trânsito, entre outros. Inclusive, os servidores receberiam a mais para exercerem as funções desviadas,o que é vedado pela Constituição Federal.

Em resposta à requisição do Ministério Público, a URBES argumentou que, por ser uma empresa pública, seus empregados recebem o mesmo tratamento daqueles que trabalham na iniciativa privada, principalmente por serem registrados em carteira de trabalho.

Em audiência, representantes da autarquia admitiram que “realmente ocorreram promoções de funcionários de um cargo para outro sem concurso interno”, que “não há previsão no estatuto acerca de promoções dentro da empresa” e que “praticamente metade dos funcionários estão em funções diversas para as quais prestaram concurso”.

Acordo descumprido

Representantes da Urbes chegaram a firmar Termo de Ajuste de Conduta perante o Ministério Público do Trabalho em 2005, se comprometendo a “somente admitir trabalhadores mediante a realização de concurso público de provas ou de provas e títulos, independente da nomenclatura que o mesmo possa ter”. O prazo para cumprimento foi imediato. Mesmo tendo se comprometido a sanar a situação inconstitucional, a empresa decidiu por desviar a função de diversos funcionários.

O outro lado

O BOM DIA questionou a Urbes a respeito e aguarda resposta

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Financiamento habitacional deve chegar a R$ 1 bilhão, na região de Sorocaba.

Publicado por alexproenca em fevereiro 9, 2012

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

A previsão é do superintendente regional da Caixa

Carolina Santana
carolina.santana@jcruzeiro.com.br

Os recursos para financiamento habitacional na região devem atingir R$ 1 bilhão neste ano. Segundo a superintendência regional da Caixa Econômica Federal (CEF), a previsão tem como base o desempenho do setor durante 2011 quando foram destinados R$ 902,217 milhões para o setor. “Apesar do mercado habitacional ter dado uma leve desaquecida no Brasil, em Sorocaba ainda continua muito aquecido”, ponderou o superintendente regional do banco, Sandro Vimer Valentini.

Contando com 58 municípios, a regional da CEF financiou 15.460 imóveis durante o ano passado. As linhas de crédito com recursos da poupança, ou o chamado Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), totalizaram R$ 340 milhões. Pela poupança foram 6.619 contratações de financiamento. Por meio do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e outros recursos foram R$ 562,105 milhões, o que representa 8.841 unidades habitacionais.

Para Valentini, o desempenho da CEF na região foi mais do que satisfatório. Ele destaca o acirramento da concorrência no setor bancário e afirma que a Caixa Federal está em processo de expansão. Em âmbito nacional, a carteira imobiliária do banco apresentou saldo de R$ 152,9 bilhões em dezembro de 2011, aumento de 41,1% em relação ao registrado no ano anterior. As operações com recursos da poupança somaram R$ 79,3 bilhões e, nas linhas que utilizam os recursos do FGTS, a Caixa alcançou R$ 73,4 bilhões, crescimentos respectivos de 39,3% e 43,5%.

Lucro nacional

A Caixa Econômica Federal atingiu lucro de R$ 5,2 bilhões em 2011, com avanço de 37,7% em relação ao exercício de 2010. No último trimestre, o lucro foi de R$ 1,6 bilhão, 20% a mais do que no mesmo período do ano passado. O resultado operacional do banco atingiu, em 2011, R$ 4,6 bilhões, com crescimento de 69,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em 2011, o saldo da carteira de crédito apresentou evolução de 42%, totalizando R$ 249,5 bilhões. Somente no último trimestre do ano, os saldos foram ampliados em cerca de 10%. Na região de Sorocaba, as contratações comerciais chegaram a R$ 1 bi, 300 milhões a mais que em 2010.

Em todo País, o patrimônio líquido consolidado atingiu R$ 19,6 bilhões em dezembro de 2011, evolução de 26,7% em 12 meses, e obteve retorno de 29,6% no ano. O patrimônio de referência era de R$ 39,5 bilhões, enquanto o Índice de Basileia alcançou 13,35%, superior aos 11% exigidos pelo Banco Central do Brasil. Também foi destaque a presença do banco no país, atingindo 100% dos municípios, com 44,6 mil pontos de atendimento.

Expansão 

No segundo semestre, a cidade de Sorocaba receberá mais uma unidade do banco estatal, a agência ficará no bairro Wanel Ville e faz parte do plano de expansão nacional. Valentini explica que até 2016, a regional, que conta com 58 cidades, deve ganhar mais 26 agências, pelo menos oito delas ficarão na cidade de Sorocaba. A previsão é que sejam criados cerca de 400 novos postos de trabalho sendo 286 concursados. Nacionalmente a expansão deve abrir mais 1.500 agências da CEF.

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Manifesto exige justiça no processo do CHS.

Publicado por alexproenca em fevereiro 5, 2012

Fonte: Jornal Bom Dia Sorocaba.

Militantes convocam população para pressionar Tribunal de Justiça a derrubar liminar que paralisa o casoRODRIGO RAINHO
rodrigo.rainho@bomdiasorocaba.com.br

Movimentos contra a decisão do desembargador  Miguel Marques e Silva – da 10ª Câmara de Distrito Penal do Tribunal de Justiça de São Paulo – que concedeu liminar ao empresário Edson Aleixo e aos outros acusados pelo esquema e paralisou a ação penal contra 48 suspeitos de corrupção em plantões e licitações no CHS (Conjunto Hospitalar de Sorocaba), começam a aflorar em Sorocaba.

Por iniciativa do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), militantes foram à Braguinha, na região central de Sorocaba, para se manifestar contra o judiciário paulista, com a campanha “Chega de Impunidade”.

Com entrega de panfletos, jovens do partido divulgavam apoio ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado) e ao GAS (Grupo Antissequestro) de Sorocaba, responsáveis pelos 50 volumes de processos contra os suspeitos de fraude e a atitude do desembargador, ao analisar as irregularidades da operação no CHS, “um ataque contra a saúde e o dinheiro do povo”.

Paula Penha, 26 anos, uma das manifestantes, falava aos transeuntes sobre a importância de combater essa “grave situação. “Uma investigação como essa não pode passar em branco. Os usuários da saúde foram prejudicados pelos funcionários que desviaram dinheiro público”, disse.

“Concordo com ela, a ação tem que continuar. Essa pouca vergonha um dia tem que acabar”, disse  ela à dona de casa, Ilza Palhano dos Santos, 44, que se surpreendeu com a ação dos jovens.
Os manifestantes ainda usaram narizes de palhaço e fizeram barulho para alertar quem passava pelo Centro.

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Ainda sobre a CEI-1.

Publicado por alexproenca em fevereiro 5, 2012

Nos anos 50, militantes comunistas de Sorocaba, liderados pelas suas “células femininas” estiveram na origem do movimento que culminou na construção do Parque Infantil, como era denominado então, as escolas para as infantis.

Manifestações publicas foram realizadas, tais como abaixo-assinados e o convencimento do prefeito da época.

Hoje a prefeitura tucana, mostra o desprezo por este história, tomando atitudes autoritárias, sem dialogar com a população.

Revitalizar a área é necessária, mas deve ser feito com o dialogo com os moradores.

O argumento de plantar mais árvores para compensar as que foram cortadas, é ridículo.

Pois, serão plantadas mudas, que dificilmente sobreviverão 10, 20, 40 ou mais anos.

O correto seria plantas as novas mudas e preservar as existentes.

 

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CEI-1, na Vila Hortênsia: é preciso ouvir o povo.

Publicado por alexproenca em fevereiro 5, 2012

 

A mais antiga escola infantil de Sorocaba, a CEI-1, localizada na vila Hortênsia, que possui uma história fantástica, onde se formaram tantas pessoas, por decisão da prefeitura foi desativada há três anos. Já tive a oportunidade de tratar deste assunto neste espaço do Bom Dia no ano passado. O que se pretende construir no local é um miniterminal de ônibus, para tanto na semana passada máquinas da prefeitura começaram a derrubar as árvores. Das 57 existentes, apenas 19 foram preservadas, causando protestos dos moradores do bairro, que estavam revoltados com a atitude do poder público. Realmente quem convivia com aquela paisagem ao passar pela Avenida Nogueira Padilha hoje fica impressionado, com o corte das árvores o local ficou sem vida.

Além disso, outros questionamentos surgem por parte dos moradores, construir um miniterminal de ônibus é o melhor para o bairro? Outras ideias surgem de pessoas que não puderam participar da plenária cidadã, quando este assunto foi pautado. Não seria conveniente antes de iniciar as obras reunir os interessados para uma boa conversa, em conjunto com os moradores decidir o que seria melhor para o bairro, volto a afirmar, respeitando as opiniões daqueles que participaram da plenária cidadã. Hoje a realidade pode ser outra, nunca é demais ouvir a população. Essa escola é um patrimônio do bairro, que deveria ser preservado na hora de utilizar o espaço.

É preciso reconhecer que houve exagero por parte da prefeitura no que diz respeito ao corte das árvores. Não é um bom exemplo, diante da propaganda que haverá um mega plantio que seria agora em fevereiro, mas mudou para março, mesmo com o anúncio de que serão plantadas centenas de árvores no bairro, não justifica o que foi feito. Não quero com isso, defender que continue abandonado, muito pelo contrário, sou daqueles que defendem que um miniterminal de ônibus seria pouco aproveitado. Ainda há tempo de dialogar com os moradores do bairro para uma melhor decisão, sou simpático que, lazer, cultura e por que não trazer para o local o centro de saúde, o atual fica próximo ao Zoológico. Enfim, depois do estrago feito com o corte das árvores, que em nossa opinião foi um erro, o prefeito ainda tem tempo de não cometer outro. A construção do miniterminal não é consenso, caminhos existem para consultas e na democracia a maioria vence. A vencedora pode até ser a construção do miniterminal, desde que todos possam ter a chance de opinar.

José Carlos Triniti Fernandes – Presidente do PT de Sorocaba

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