OPINIÃO

Idéias e opiniões socialistas sobre Sorocaba

Posts de Setembro, 2009

PT quer CPI na prefeitura tucana de Sorocaba.

Publicado por alexproenca em Setembro 30, 2009

Alexandre

Os tucanos de Sorocaba estão se metendo a cada dia em uma situção pior.

Casos e mais casos de denúncias, prisões, condenações atingem o tucanato local.

Secretários que caem, deputados condenados, deputados que não pagam as condenações judiciais, prefeito condenado pelo TCU.

É a coisa tá ficando ruim.

Quero ver como a “imprensa” local vai tratar o assunto. Pois se fossem do PT, já estariam cruxificados.

Mas como são tucanos, sei não.

Acho que serão tratados a pão de ló.

O PT acertou, queremos uma CPI para investigar o governo Lippi. Pois a população tem o direito de saber a verdadeira situação em que se encontra Sorocaba.

Os tucanos e demos, que tanto carnval fazem contra o Governo do Presidente Lula, terão corajem de cobrarem explicações do Lippi?

Ou iram fazer como os demos-tucanos da Assembléia Legislativa, que impedem as CPI´s contra o governo Serra.

Boa contradição esta.

Do nosso lado, estaremos fazendo todo o possível, para mostrar a verdade para a população sorocabana.

BASTA DE TUCANOS !!!
SOROCABA MERECE COISA MELHOR.
PT NELES.

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PT quer CPI para apurar corrupção no Governo Lippi

Publicado por alexproenca em Setembro 30, 2009

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Secretário de Comunicação – PT Sorocaba

Em reunião na manhã desta terça-feira (29/9), a bancada de vereadores do PT, membros da Executiva e o presidente do Partido, Paulo Henrique Soranz, decidiram pela apresentação de um pedido de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar indícios de corrupção no Governo Vitor Lippi. Os petistas também avaliaram a necessidade de que o prefeito vá até a Câmara Municipal para prestar esclarecimentos.

As decisões foram tomadas a partir do afastamento de Maurício Biazotto, Secretário de Governo de Vitor Lippi, após ter seu nome envolvido na Operação Pandora, da Polícia Civil, que investiga esquema de cobrança de propinas para legalização de postos de gasolina, em Sorocaba. A operação prendeu na tarde de segunda-feira (28/9), a empresária e ex-presidente do Sincopetro, Ivanilde Vieira Serebrenic.

Biazotto foi o sétimo Secretário a cair no Governo Lippi. Antes dele caíram Daniel de Jesus Leite (Secretário de Desenvolvimento), que deu isenção de impostos a empresa do pai; Januário Renna (Secretário de Administração), pego num motel com três adolescentes; Ricardo Barbará (Secretário de Habitação), que sofre ação do Tribunal de Contas por improbidade administrativa quando prefeito de Itapetininga; Cel Abreu (Secretário de Segurança), após denúncias de corrupção no setor de fiscalização da Prefeitura; e os Secretários de Esporte e Juventude, que alegaram falta de projetos da Prefeitura para as áreas.

“Temos recebido seguidas denúncias graves envolvendo pessoas importantes do Governo Lippi”, salientou o líder da bancada, vereador Francisco França. “O Legislativo, que tem entre suas funções fiscalizar as ações do Executivo, precisa acompanhar mais de perto essas questões e a CPI é o melhor instrumento de que dispomos”, completou.

“Não temos mais a quem recorrer para cobrar explicações, afinal, estão todos caindo, envolvidos com problemas gravíssimos”, observou o vereador Izidio de Brito Correia. “Já está na hora de Vitor Lippi vir à Câmara e prestar os esclarecimentos que a sociedade merece, se é que existe explicação plausível para toda essa situação”, concluiu.

O presidente do PT também demonstrou preocupação com problemas que têm afetado o legislativo sorocabano. “Já estamos construindo, junto com a bancada, uma proposta de valorização do Legislativo”, afirmou. “Não deve ser natural a convivência com condutas de parlamentares que têm prejudicado a imagem do Legislativo”, completou.

O deputado estadual Hamilton Pereira também enviou nota à imprensa em que afirma que os problemas da Gestão Lippi não estão apenas na equipe que escolheu para colaborar com sua Administração. “Não podemos dizer que são problemas pontuais, porque os erros têm sido graves”, afirma Hamilton. “Lippi tem andado em má companhia desde a constituição do leque de alianças que apoiou sua candidatura em 2008”, completa.

Vitor Lippi teve o apoio de Flávio Chaves, ex-prefeito, ex-deputado e ex-presidente da Nossa Caixa, envolvido no escândalo da raspadinha; Paulo Mendes, vereador, ex-PFL, considerado o pior prefeito que Sorocaba já teve; Theodoro Mendes, também ex-prefeito e ex-deputado federal, que depois de ter integrado o Centrão, que bancou os cinco anos para Sarney e nunca mais se reelegeu; e da própria empresária Ivanilde, presidente do PSC de Sorocaba.

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Caso Ivanilde: mais um exemplo da relação espúria entre o público e o privado no governo Lippi.

Publicado por alexproenca em Setembro 29, 2009

Paulo Henrique Soranz

Presidente do PT Sorocaba

A gestão, as relações, os valores, os princípios, enfim, há muita coisa que difere o modelo de administração pública do adotado na iniciativa privada.

Por exemplo, na iniciativa privada um pai que encoraja o filho a assumir parte no comando de sua empresa, está preocupado com seu patrimônio e com o futuro de sua família. Na área pública, isso é nepotismo e é proibido.

Há vários outros exemplos que poderia apontar, mas o objetivo deste texto é retomar o debate quanto aos princípios que norteiam as gestões pública e privada, e o quanto a confusão entre os dois pode ser prejudicial.

Em suma, a administração privada se preocupa em produzir o máximo, com o mínimo de investimento, de forma a buscar eficiência em torno dos lucros e da produtividade.

Na gestão pública, economia e bom uso dos recursos também é importante, mas não é só. Nessa área também é preciso que se tenha respeito aos princípios constitucionais da administração. Tais como a moralidade, a publicidade dos atos e a atenção ao interesse público.

É preciso ter vocação para trabalhar no setor público. Saber olhar adiante, muito além de números e de negócios.

E é justamente aí que os governos do PSDB em Sorocaba vem pecando. Implantaram um modelo absolutamente gerencial na cidade, que passou a ser administrada como se empresa fosse.

Aí, quando se discute política de transporte, por exemplo, ao invés de se discutir formas de se melhorar o sistema público, investe-se na construção de novos anéis viários. Quando se debate a saúde, se decide pela construção de um grande prédio para abrigar uma Unidade Básica de Saúde, como a do Wanel Ville, sem pensar na contratação de médicos que trabalhem na mesma.

A princípio, como o orçamento de Sorocaba cresceu demais nos últimos anos, a impressão passada foi a de um momento de importante desenvolvimento. Porém, quando a poeira abaixou, pode-se perceber que tal modelo não produziu muita coisa além de pura maquiagem.

Demorou, mas a cidade começou a sentir os efeitos disso.

O primeiro sinal veio com o sentimento de paralisação, percebido neste ano, quando as finanças emagreceram um pouquinho e o governo municipal não teve condições de tocar sequer uma obra.

O segundo, e mais violento, é a percepção de que o governo Vitor Lippi perdeu completamente o sentido de certo ou errado, do público e do privado, do moral e do imoral.

Reuniu-se um grupo de administradores da escola privada, que transferiu seus conhecimentos para a área pública. Simples assim.

Aí se descobre que um Secretário resolveu isentar de impostos empresa de seu pai, outro comprou carro a preço de custo direto da montadora, outro se acha acima do bem e do mal e resolve fazer festinhas em motel com adolescentes, e por aí vai.

A prisão da empresária Ivanilde Vieira teria pouca, ou nenhuma, importância para o Prefeito se as relações estabelecidas entre eles fossem meramente pessoais. Mas não o são.

O Secretário de Governo Maurício Biazoto é casado com a assessora de Ivanilde.

Só isso? Não. Ele também foi citado durante as investigações do caso e há suspeitas de que a empresária gozava de muita “influência” na Prefeitura para liberar licenças de funcionamento para novos postos de combustível.

Pra bom entendedor, meia palavra basta. E no caso do governo Lippi, muitas já foram ditas.

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Depois da Petrobrax, o PSDB a favor do “Brazil”.

Publicado por alexproenca em Setembro 28, 2009


Conforme antecipou o blog, aqui nesta matéria, sabado 26/09, o governador de S.Paulo José Serra, o governador de Minas, Aécio Neves e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, participaram do seminário regional sobre educação em Natal, no Rio Grande do Norte. Além do lançamento de um gibi, foi lançado também um boton da campanha Serra presidente.

Nada demais se não fosse um fato curioso:No seminário do PSDB sobre educação,Brasil estava escrito com a letra “Z”

Os Adesivos de campanha distribuídos grafavam a palavra “Brasil” com “z”, (foto da blusa da militante tucana).

Note a estampa da blusa da militante tucana. Brasil, também aparece com “z”.Parece que o Estados Unidos, foi a fonte de inspiração do seminário promovido pelo PSDB em Natal. Igualmente como acontece com os norte-americanos que escrevem Brasil com “z” – Brazil.

O PSDB já considera José Serra eleito. Já está mudando o nome do Brasil. Depois de tentar mudar o nome da estatal Petrobras para PETROBRAX, para que os gringos pudessem pronunciar melhor o nome da empresa, agora americanizaram o BraZil

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Livro sobre operários de Sorocaba será lançado ainda este ano.

Publicado por alexproenca em Setembro 28, 2009

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Livro sobre operários de Sorocaba será lançado ainda este ano

“Memória Operária” é o mais recente título do escritor e historiador Carlos Carvalho Cavalheiro, que será lançado ainda este ano (2009). O livro traz um panorama das lutas e cotidiano dos trabalhadores de Sorocaba, desde o final do século XIX até o início da década de 1930.
Amparada por uma pesquisa consistente, realizada em jornais antigos, em arquivos públicos e particulares, a obra recupera a história do operariado sorocabano, revelando fatos curiosos e importantes para a memória dos trabalhadores. Entre as novidades estão o relato da primeira grande greve dos ferroviários em 1901, a greve de 1911 dos têxteis pela redução da jornada de trabalho, a luta dos comerciários pelo descanso aos domingos em 1912, a luta pela jornada de oito horas de trabalho, o cotidiano das mulheres trabalhadoras, o movimento anarquista dentro das lutas operárias entre outros.
O título do livro se baseia no conceito de memória estabelecido pelo historiador Jacques Le Goff, o qual dizia que a memória é a identidade que deve servir para a emancipação do homem. “Os trabalhadores deve tomar posse de sua própria história para que possam alicerçar suas lutas e conquistas nessa construção da memória, ou seja, nessa identidade emancipadora”, comenta Carlos Carvalho Cavalheiro.
O livro tem recebido apoio cultural de diversos segmentos como o Diretório Municipal do PSol, do Sindicato dos Têxteis, a Apeoesp (Sorocaba), a Cut (Sorocaba), o DCE, o Sinpro (Sorocaba), CNT-AIT, Sindivários de Campinas e Editora Crearte. O historiador esclarece que ainda há tempo, para aqueles que se interessarem, em dar apoio cultural para a obra. Os interessados poderão entrar em contato através do e-mail: carlosccavalheiro@yahoo.com.br
“Memória Operária” será publicado pela Editora Crearte, terá cerca de 240 páginas e tem o desenho de capa composto por Aline Vendramello.
O lançamento está previsto para novembro, em local e data ainda a ser definidos.

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Audiência Publica: Empreendedor Individual.

Publicado por alexproenca em Setembro 16, 2009

empreendedorindividual

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Maioria quer mais controle do governo sobre economia, diz pesquisa da BBC.

Publicado por alexproenca em Setembro 14, 2009

Uma pesquisa da BBC divulgada nesta segunda-feira afirma que a maior parte das pessoas em 20 países diferentes, entre eles o Brasil, quer maior controle dos governos sobre a regulação e administração das economias nacionais.

No total, 67% das pessoas entrevistadas preferem mais regulação do governo e supervisão da economia nacional. No Brasil, esse índice foi de 75%.

Nos 20 países pesquisados, 60% disseram apoiar um aumento dos gastos governamentais para incentivar a economia.

Sessenta e dois por cento apoiam ajuda governamental para indústrias afetadas pela crise.

Satisfação com líderes nacionais

O Brasil esteve entre os países onde a população esteve mais satisfeita com a resposta do seu governo à crise.

Segundo a pesquisa, 59% dos brasileiros ouvidos se disseram satisfeitos com a resposta dos líderes nacionais à crise econômica mundial, contra 39% de insatisfeitos.

Outros países onde a maioria manifestou satisfação com a reação dos seus líderes à crise foram China (87% dos entrevistados), Austrália (68%), Egito (63%), Indonésia (57%) e Canadá (56%).

Os países com os menores índices de satisfação foram México (9%), Japão (18%), Filipinas (24%) e França (27%).

Nos Estados Unidos, a população esteve dividida ao meio – 49% se disseram satisfeitos com a resposta dos seus líderes, e 48%, insatisfeitos.

Questões polêmicas

As questões onde os brasileiros se mostraram mais divididos foram sobre ajuda financeira do governo a bancos em crise e maior gasto governamental.

Para 51% dos entrevistados no Brasil, o governo deveria dar ajuda financeira a bancos com dificuldades, já 44% se disseram contra a ideia.

Os gastos governamentais como forma de combater os efeitos da crise dividiram ainda mais os entrevistados brasileiros: 48% são a favor e 44%, contra.

A maioria dos brasileiros ouvidos manifestou apoio a ajuda financeira a empresas em crise (68% dos entrevistados) e mais apoio a tecnologias limpas e fontes de energia renovável (75%).

Metade dos brasileiros ouvidos se disse a favor de dar mais poder às instituições internacionais no controle da economia global.

A maioria das pessoas nos demais países pesquisados demonstrou insatisfação com o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e com os executivos dos principais bancos do mundo. A pesquisa indica que a insatisfação foi ainda maior nos países desenvolvidos.

A pedido da BBC, a GlobeScan e um programa especial da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, ouviram 22.158 pessoas em 20 países – Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Chile, China, Egito, Estados Unidos, Filipinas, França, Grã-Bretanha, Índia, Indonésia, Japão, México, Nigéria, Paquistão, Quênia, Rússia e Turquia.

No Brasil, foram ouvidas pessoas em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

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Sobre a pesquisa CNT-Sensus

Publicado por alexproenca em Setembro 8, 2009

Alexandre

alex.proenca@ibest.com.br

Saiu hoje a pesquisa CNT-Sensus, que mede a popularidade do Presidente Lula, e os possíveis candidatos a presidente para 2010.

Lula continua com amplo apoio popular, perto dos 77 %. E segue como o maior lider em nosso país.

Porém houve uma leve queda, pois em maio ela era de 81,5 %.

Acredito esta pequena diminuição, é sonsequencia dos seguintes fatores:

a) Denúncias contra o presidente do senado José Sarney.

Neste caso, o papel negativo foi desempenhado pela bancada de senadores do PT, em especial pelo papel vacilante desempenhado pelo senador Mercadante e o papel ridículo desempenhado pelo senador Suplicy.

Dirigentes deste nível, não podem cometer o erro grosseiro que fizeram.

A unidade de ação é o fator fundamental para a nossa vitória, e quando ela se quebra nossos adversários conseguem avançar.

Este foi o mesmo fato que aconteceu em 2005 e 2006, quando sob pressão das forças conservadoras, lideranças do PT saíram cada um para o seu lado, tentando se preservar. O resultado: prejudicaram o partido e foram derrotados nas urnas.

Em sua maioria, quem agiu de maneira partidária, foi releito e sobreviveu politicamente.

Entre os senadores é preciso destacar o papel do senador Arns e da senadora Marina Silva, que ajudram a amplificar o esforço da oposição conservadora.

A defesa da governabilidade tinha de ser a ação da bancada  de senadores, como não fizeram, este papel coube ao Presidente Lula. Mais uma vez, Lula mostra sua grandeza e visão política, em defender o projeto democrático e popular.

b) Saída da senadora Marina Silva do PT

Pela história de  lutas da senadora Marina Silva, sabíamos que algum estrago ela iria fazer sobre os nossos eleitores.

Cabe fazer uma campanha esclarecedora, para o eleitorado ecologista, sobre o erro político feito por Marina. Sua ação somente vai reforçar as forças conservadoras e facista. Querendo parecer fiel a luta ecológica, ela foi inconsequente e irresponsável diante da situação em que se encontra o Brasil e a América Latina.

A luta pela defesa do meio ambiente se faz dentro do PT e do campo das forças democráticas. Digo isto, porque sou uma pessoa, que tem sua ação baseada na luta pela defesa do meio ambiente.

Aqui, fica um conselho ao PT: é preciso ter mais ação na defesa do meio ambiente, colocando projetos e ações concretas. E que sejam bem divulgadas para a população.

c) Gripe A (Gripe Suína)

Desde o começo, neste blog, mostramos a campanha de desinformação e criação e dissiminação do pânico  entre a população.

O PT e o movimento democrático popular não fizeram nada para combater a campanha de dissiminação do pânico. Ficaram com medo de entrar no debate e mostar a realidade. Que tal epidemina e pilhas de mortos não exitiam.

Segundo dados do Ministério da Saúde, a gripe A causa menos morte do que a gripe comum.

E o Ministério da Saúde já estava preparado desde 2005, quando elaborou o Plano de Contigências para a gripe aviária.

Alé de não combater, oq ue se viu foi que dirigentes do partido entraram na onda das forças conservadoras, ajudando a amplificar o pânico.

Se tal fato  fosse verdadeiro, as partidas de futebol, os shoppings, as rodoviárias e os metros seriam fechados. Mas isto não aconteceu, por que iria trazer prejuízo para a burguesia.

Os dirigentes e a miliância precisa ter a clareza de que as forças conservadoras irão fazer todo o tipo de denúncias, mentiras e ações para tentarem conseguir o comando do Brasil.

Ser lúcido e ter combatividade, esclarecendo a população, é o nosso papel.

Leia a pesquisa aqui.

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Discurso do Presidente Lula: o Pré-sal é do POVO BRASILEIRO.

Publicado por alexproenca em Setembro 7, 2009

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Executiva do PT convoca militância a debater pré-sal com a sociedade .

Publicado por alexproenca em Setembro 5, 2009

A Comissão Executiva Nacional do PT, reunida nesta quinta-feira (3), em Brasília, aprovou resolução política, onde reforça o anúncio do marco regulatório do pré-sal como uma das muitas notícias positivas para os interesses do povo brasileiro, assim como o crescimento do PIB no segundo trimestre do ano e a retomada dos empregos formais, entre outros avanços pós-crise financeira mundial.

A CEN convoca toda a militância petista a ampliar o debate sobre o Pré-Sal com todos os segmentos da sociedade brasileira.

Leia a íntegra do texto:

Resolução política

1. A apresentação do marco regulatório do pré-sal é o principal destaque de um período com diversas notícias positivas para os interesses democráticos e populares:

a) o anúncio de crescimento do PIB no segundo trimestre do ano;

b) a retomada dos empregos formais em julho e a queda do desemprego;

c) a confirmação do reajuste real para os aposentados de todas as faixas a partir de 2010;

d) a entrada, na ordem do dia do Congresso, da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais;

e) a liderança do Banco do Brasil no ranking dos bancos, mesmo operando com taxas de juros mais baixas e ganhando mais na concessão de crédito do que na especulação;

f) a difusão da lei do microempreendedor individual, que possibilitará a formalização, na Previdência, na Receita e no acesso ao crédito, de milhões de pequenos empresários;

g) o desfecho favorável das negociações do governo com o MST, em especial em torno da adoção de novos índices de produtividade da terra;

h) a positiva reunião do presidente Lula com a Conem, coordenação nacional das entidades do movimento negro, em torno de 12 itens de sua pauta de reivindicações;

i) a posição adotada, na reunião da Unasul em Bariloche, pelo Brasil e pela maioria dos governos sul-americanos, em defesa da integração do Continente e contra a presença de bases militares dos Estados Unidos na Colômbia;

2. As notícias envolvendo o Brasil contrastam com a situação internacional. A crise econômica mundial ainda provoca efeitos negativos em vários países do mundo, em especial nos Estados Unidos e na Europa. Queda da produção, retração do mercado de trabalho, queda da renda interna e do comércio internacional são indicadores de que a crise continua a impactar o desempenho econômico de muitas regiões do planeta. Enquanto isto, no Brasil, os dados econômicos confirmam os efeitos benéficos das políticas adotadas pelo governo Lula: o PAC, o programa Minha Casa, Minha Vida, a ampliação do Bolsa família, o aumento real do Salário Mínimo, a redução da meta de superávit primário, as reduções da taxa SELIC, a atuação dos bancos públicos viabilizaram o dinamismo econômico, a despeito da queda das exportações.

3. Incapaz de contestar este ambiente econômico e social positivo, a oposição articulou uma  ofensiva político-midiática, com destaque para a chamada “crise do Senado”. A partir de fatos reais, decorrentes de gestões patrimonialistas, nepotistas e fisiológicas, nas quais PSDB e DEM têm grande responsabilidade, a oposição trabalhou para criar atrito entre as bancadas do PT e do PMDB, bem como para afastar o presidente do Senado, com a clara intenção de colocar um tucano na direção da casa, ainda que por duas ou três semanas.  A orientação da direção partidária e a atuação solidária dos senadores petistas no Conselho de Ética contribuíram para desmontar a estratégia oposicionista.

4. O PT defende a completa apuração e punição dos culpados por toda e qualquer ilegalidade, inclusive quando cometida por senadores da oposição, cujas malfeitorias são tratadas com cínica tolerância pela mídia. Ao mesmo tempo, o PT tem lembrado que não haverá “ética na política” sem reforma política, que estabeleça o financiamento público de campanha e o voto em lista. No caso específico do Senado, o PT defende o fim do poder revisor, o fim da figura do suplente que assume mandatos sem ter recebido nenhum voto, a adoção de mandatos de quatro anos, entre outras medidas. No bojo de uma ampla reforma política, o PT defende ainda a legitimidade da discussão sobre a extinção do próprio Senado, que ao longo de nossa história demonstrou ser uma casa conservadora, que distorce a vontade popular e que não tem sido eficaz na defesa da federação brasileira.

5. O PT atua nas difíceis condições da política brasileira, nos marcos de uma coligação de governo que inclui partidos de esquerda, centro e direita.  Isto nos impõe cotidianamente escolhas difíceis, que buscamos enfrentar priorizando nossa relação com os partidos de esquerda, reforçando nossos vínculos com os movimentos sociais, fortalecendo os mecanismos de participação popular e as instituições vinculadas ao combate à corrupção. Com o mesmo propósito, consideramos saudável e extremamente útil a vigilância redobrada mantida, pelos setores democráticos e progressistas, sobre cada uma das atitudes do próprio PT. Não subestimamos o efeito corrosivo que tem, sobre nós, a convivência com instituições de funcionamento tão questionável. Entretanto, entender e valorizar as críticas e a preocupação externadas por setores progressistas e democráticos, não implica em aceitar passivamente a hipocrisia e a demagogia presentes na crítica dos setores conservadores e direitistas.

6. Estes setores, com dificuldades para debater programas para o país, estão buscando de maneira oportunista colocar a “ética” no centro do debate político. Esta hipocrisia e demagogia ficaram evidentes na “denúncia” feita por Lina Vieira, ex-superintendente da Receita Federal, contra a ministra Dilma Roussef. Para a grande imprensa, quando se trata de atacar o PT e Dilma, é ao acusado cabe o ônus de provar sua inocência, não estando em jogo a verdade, nem a apuração de qualquer tipo de dano ao interesse público. Enquanto isto, a mídia conservadora trata de maneira complacente a instalação da CPI no Rio Grande do Sul, que põe a nu o esquema de corrupção dos tucanos, com repercussões que nem mesmo o afastamento da cúpula do PSDB da governadora Ieda Crusius é capaz de evitar.

7. O lançamento do marco regulatório do pré-sal repõe o debate essencial: as opções estratégicas colocadas para o Brasil e o papel do Estado. Decorridos quase sete anos de governo Lula, depois dos doze anos de neoliberalismo, o confronto entre projetos tem contornos compreensíveis para largas parcelas do povo brasileiro.

8. A própria descoberta das reservas do pré-sal, e muitas outras de petróleo e gás de menor profundidade, só foi possível a partir da retomada dos investimentos e do apoio decidido do governo Lula à estatal. Hoje, com essa nova riqueza mapeada, o Brasil tem o direito e o dever de decidir como empregará esses recursos naturais para um salto planejado rumo ao futuro, optando por políticas públicas e sociais compatíveis com a sociedade que queremos construir.

9. É pedagógica, neste sentido, a reação dos setores conservadores ao discurso feito pelo presidente Lula no ato de lançamento do marco regulatório. Alguns editoriais, comentários e análises trazem de volta o discurso neoliberal que levou o mundo à crise financeira e econômica. É papel do PT tratar a questão não apenas como a tramitação legislativa de um projeto técnico, mas como um vetor simbólico do embate entre o projeto democrático popular, nacionalista e internacionalista, de inclusão e participação popular, contra o projeto do Consenso de Washington, que vigorou no Brasil até 2002.

10. A diferença entre projetos fica clara, também, no debate sobre a saúde pública. O PT denuncia a operação de desmonte do Sistema Único de Saúde, que está sendo levada a cabo no estado de São Paulo pelo governo Serra. Sua mais recente iniciativa está prestes a ser aprovada na Assembléia Legislativa daquele estado: trata-se da entrega a “organizações sociais” de todos os hospitais ainda operados pelo Estado, com a contratação, por tempo determinado de mais de 50 mil funcionários, que tendem a somar-se aos 200 mil terceirizados já existentes em São Paulo. Para completar este processo de precarização e terceirização do sistema público, uma emenda encomendada pela Secretaria de Saúde prevê a “venda” de 25% do atendimento aos planos de saúde privados.

11. Frente a isto, a direção do PT considera absolutamente prioritário agilizar a regulamentação da Emenda Constitucional nº 29, visando disciplinar os valores mínimos a serem aplicados anualmente por Estado, Distrito Federal, Municípios e União em ações e serviços públicos de saúde, bem como estabelecer as normas de fiscalização, avaliação e controle das despesas com saúde nas três esferas de governo.

12. Tendo em mente este conjunto de preocupações, a Comissão Executiva Nacional do PT apresentará, ao Diretório Nacional, as seguintes propostas:

a) reafirmar a reforma política como uma das prioridades do PT no debate com a sociedade

b) mobilizar o PT para uma ampla participação na I Conferência Nacional de Comunicação;

c) constituir imediatamente o Grupo de Trabalho Eleitoral 2010;

d) constituir imediatamente a Comissão de Organização do Debate do Programa de Governo 2011-2014;

e) aprovar a metodologia de escolha de nossa candidatura à presidência da República;

f) recomendar para todas as chapas e candidaturas ao PED 2009, que incluam em suas campanhas atividades públicas de debate da conjuntura e do programa que apresentaremos em 2010;

g) estabelecer, através do II Colóquio PT x Movimentos Sociais, a realizar nos dias 24 e 25 de outubro, uma articulação permanente com os movimentos sociais em torno de uma agenda comum para o enfrentamento da presente conjuntura;

13. A CEN do Partido acompanhará diretamente o debate sobre o marco regulatório do Pré-Sal no Congresso, ajudando a orientar nossa bancada e buscando um diálogo com as contribuições do PL do Petróleo apoiado pela FUP, CUT e Movimentos Sociais. A direção nacional convida todo o Partido dos Trabalhadores a conhecer, debater e divulgar o projeto do Pré-Sal apresentado pelo governo brasileiro, articulando um campanha de envergadura em torno da bandeira “O Petróleo tem que ser nosso”. Por trás dos ataques da mídia conservadora e da oposição de direita, está a disputa pelas riquezas nacionais. Para eles, são trilhões de dólares que estão em jogo. Para nós, é o futuro do povo brasileiro.

Brasília, 3 de setembro de 2009

Comissão Executiva Nacional do PT

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