OPINIÃO

Idéias e opiniões socialistas sobre Sorocaba

Posts de Julho, 2007

O governo e as leis de Hammurabi

Publicado por alexproenca em Julho 31, 2007

2 -  O governo e as leis de Hammurabi

 

O sexto rei da primeira dinastia babilónica, Hammu­rabi (1792-1750 antes da nossa era), chegou, pois, a unificar a Mesopotâmia, formando o Império Babilónico.

O império era dividido em duas regiões, administradas segundo princípios diferentes, O Akkad e o Norte da Suméria tinham governadores que usavam diversos títulos, se­gundo a sua esfera de actividade e as suas funções. Eram nomeados para as regiões e para as cidades. Nestas, contro­lavam o conselho dos anciãos.

Os funcionários superiores, denominados “sukkalu”, tinham sob as suas ordens agentes encarregados da cobrança dos impostos, do envio da po­pulação para os estaleiros reais; e esses agentes, por sua vez, dispunham de um numeroso pessoal de recebedores e distribuidores da mão-de-obra, O sukkallu preocupa­va-se, em primeiro lugar, com as contribuiçoes, os «traba­lhos para o Palácio>, e a organização do exército.

No rei­nado de Hammurahi (e também antes dele) havia um exército permanente, formado por guerreiros de diversas patentes. Pelo seu serviço recebiam um lote de terreno. Os documentos indicam quatro patentes militares: dekum e lubittum para os oficiais; redum e bairum para os soldados (até agora não se sabe ao certo o que os dis­tinguia).

 Leia o texto completo, aqui.

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A formação do império babilônico.

Publicado por alexproenca em Julho 31, 2007

CAPITULO VII

 1 A formação do império babilónico  Depois da queda da III dinastia de Ur, os Amorritas estabeleceram-se na Baixa Mesopotâmia. Constituem-se ai dois reinos: Isin e Larsa são as suas capitais. Um curioso documento do poder real de Isin é o Código de Lipitishtar, redigido em sumeriano.

Um pouco mais ao norte, encon­travam-se os reinos de Mari e de Ashnunnak. Todos esses Estados se guerreavam entre si para a hegemonia na Baixa e na Média Mesopotâmia. Mas nenhum conseguiu realizar os seus projectos: uma grande parte do país foi unificada pelos soberanos do pequeno reino amorrita da Babilónia, fundado no principio do século XIX antes da nossa era.

Os reis da Babilónia aproveitaram-se da posição vantajosa desta cidade, construída no ponto de confluência do Tigre e do Eufrates, no cruzamento das rotas comerciais do Médio Oriente; além disso, a situação política favorecia os monarcas babilônicos: Mari e Ashnunnak estavam enfra­quecidas pela luta contra Assur, cujo poder aumentava, enquanto que Larsa devia conter a incursão dos Elamitas, até que, por sua vez, uma das suas dinastias lá se instau­rasse (fim do século XIX antes da nossa era). 

O período de existência do antigo império babiiónico (1894-1595 antes da nossa era) é um capítulo notável na história da Mesopotámia. Durante esses trezentos anos a sua parte meridional atinge um elevado grau de evolução económica e de influência política. A nacionalidade babi­lônica aí se constituiu, assim como a civilização babilónica, que absorveu tudo o que anteriormente havia sido reali­zado na Mesopotâmia.

Pequena cidade sem importância sob os primeiros reis amorritas, Babilónia tornou-se um grande centro comercial, político e cultural, que conservou o seu papel dirigente até à época helenística, apesar das catástrofes e das adversidades do seu destino.

Leia o texto completo, aqui.

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“NOSSAS COMÉDIAS”

Publicado por alexproenca em Julho 28, 2007

Élcio

elciopcp@ig.com.br
“NOSSAS COMÉDIAS”

Comédias, risos e entretenimento. Isto poderia ser entendido como saúde, se
não fosse considerado o conteúdo do que vemos na TV.

Tristemente, nossos programas humorísticos não são indicáveis para crianças e nem para visitas.

É constrangedor, na sala, com a tv ligada, na presença de visitas e com crianças, ver e ouvir a respeito do sexo tratado de modo tão irresponsável; ver e ouvir o tratamento dado à mulher, sempre discriminando, diminuindo e desmerecendo sua capacidade, exagerando o que é considerado defeito.

Isto não diz respeito somente aos programas de sábado à noite, mas durante a semana pela manhã e domingo à tarde, além de outros horários.

Dos chamados “enlatados” estadunidenses e outros, todos exibidos pelas nossas Redes de Televisão Aberta, é possível selecionar programas sem apelações.

E por que nossos humorísticos não podem ter qualidade e conteúdo para a família toda, amigos, crianças e adultos, assim como os estrangeiros? Eles não são melhores que nós. O que fazem é respeitar as pessoas. Cadê o respeito que merecemos dos nossos programas?

Atenção Mães, Pais, Amigos e Parentes. Lutemos contra a baixaria dos programas humorísticos na TV Brasileira. Nós é que devemos fazer a censura.

As crianças ainda nos agradecerão.

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A hegemonia de Ur (2.118 – 2.007 antesa da nossa era)

Publicado por alexproenca em Julho 28, 2007

7 –  A hegemonia de Ur (2118 – 2007 antesa da nossa era)

Os reis de Ur, que reuniam sob seu poder aBaixa Mesopotâmia, intitulavam-se “reis sa Suméria e Akkad”, depois receberam o nome de III dinastia de Ur.

Um dos tunis célebres foi Shtdgi, que reinou perto de cinquenta anos. Conseguiu submeter Assur (sobre o Tigre) e obteve várias vitórias sobre os guerreiros do Elam.

Sob a III dinastia de Ur, a agricultura irrigada e os ofícios continuaram a desenvolver-se, Sumerianos e Akka­dianos valorizam novos territórios ao longo do Tigre, que não eram inundados pelas cheias: construiram aí mecanis­mos especiais para fazer subir a água até aos «campos mais altos”.

A agricultura com charrua é desde então praticada por toda a parte: em vez do arado, que so «arranhava” a terra, utiliza-se uma charrua primitiva que a revolve.

Em lugar de burros, atrelam-se-lhe bois. Plan­tam-se na Suméria numerosos pomares de tamareiras e cul­tiva-se a vinha em Akkad.

Leia o texto completo, aqui.

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A Mesopotâmia sob a dominação dos reis de Akkad

Publicado por alexproenca em Julho 28, 2007

6 – A Mesopotámia sob a dominação dos reis de Akkad

Entretanto os soberanos de Akkad tornavam-se podero­sos no Norte do país. A cidade de Akkad estava situada entre o Eufrates e o Tigre, no lugar em que os dois rios mais se aproximam. Não longe dela, sobre o Eufrates, en­contrava-se a cidade de Sippar, com um templo do deus-Sol Shamash, fundada pelos Surnerianos, mas conquistada e engrandecida pelos Semitas; e sobre o Tigre existia um centro importante, Opis.

Ao sul de Sippar, igualmente sobre o Eufrates, encontrava-se Kish, uma das mais velhas cida­des da Mesopotámia.

Entre o Tigre e o Eufrates, na região de Akkad, passava a oeste uma rota de caravanas onde se juntavam todos os caminhos da Arábia, e a oeste os que conduziam aos montes Zagros.

A posição central de Akkad podia oferecer grandes van­tagens ao seu rei se ele chegasse a apoderar-se do territó­rio comprendido entre Sippar e Opis. O rei de Akkad, San gao, o Antigo (Sharrukin) foi o primeiro a consegui-lo, cerca de 2369 antes da nossa era.

Sargão não pertencia à linhagem dos patési akkadianos; fundou uma nova dinastia. Não se sabe ao certo em que circunstâncias chegou ao poder. Tal como os outros con­quistadores da Antiguidade, inspirou lendas cuja origem histórica é muito difícil de deslindar.

Leia o texto compelto, aqui

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A luta social na Suméria e em AkKad

Publicado por alexproenca em Julho 28, 2007

5 – A luta social na Suméria e em AkKad

A formação das classes e do Estado na Baixa Mesopo­târnia era evidentemente acompanhada de uma luta dura entre escravos e senhores, entre gente pobre e nobreza de nascimento. A dominação sobre os escravos e os agricul­tores livres exercia-se pela violência, que provocava o des­contentamento e a resistência dos produtores directos.

En­fim, a velha nobreza de nascimento, forte com os seus vastos bens e com a sua situação privilegiada nos templos, opunha-se à aristocracia nova, chegada das campanhas mi­litares e da administração. Infelizmente, disso não dizem grande coisa as fontes históricas.

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O regime político da Suméria e de Akkad

Publicado por alexproenca em Julho 28, 2007

4 – O regime político da Suméria e de Akkad

Em meados do III milénio havia na Baixa Mesopotâmia muitos pequenos estados independentes. O território de um deles, chamado Lagash, media (aí se compreendendo as terras não irrigadas) até 3.000 quilómetros quadrados e agrupava uma dezena de comunidades mais ou menos impor~j tantes, cercada de muralhas, O número total da população devia ser à volta de 150.000 habitantes, O pais tinha uma vintena de templos e santuários consagrados a diferente divindades.

À frente do Estado encontrava-se um soberano chamada patési (alguns historiadores lêem esta palavra sumeriana outro modo «ensi»), e às vezes lugal (literalmente: senhor).

O patési devia ser geralmente eleito no seio de uma certa família ilustre, de modo que tinha ordinariamente comq sucessores os seus próprios filhos. Exercia as funções sumo-sacerdote e vigário dos deuses. Comandava a milicia do templo, geria a economia do templo, e em primeiro lugar os trabalhos de construção e de irrigação.

No principio considerava-se o patési como um rei-sacerdote: o costume do morticínio ou da destituição ritual do rei, ligada àquela ideia, sobreviveu longo tempo na Mesopotâmia, ainda que fosse sob a forma de uma «depuração» periódica da pes­soa real

Leia o texto completo, aqui.

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Diálogo entre Morpheus e Neo, em Matrix:

Publicado por alexproenca em Julho 26, 2007

Diálogo entre  Morpheus e Neo, em Matrix:

A Matrix é um sistema, Neo. Um sistema que é nosso inimigo. Mas quando olha a sua volta, o que vê?

Empresários, professores, advogados, carpinteiros. São estas as mentes que estamos tentando salvar.

 

Mas até que o façamos, estas pessoas continuarão fazendo parte deste sistema, o que as tornam nossas inimigas.

Você tem que entender, que a maioria destas pessoas não estão prontas para serem desplugadas.

 

E a maioria delas estão tão inerentes, tão irrevogavelmente dependentes deste sistema, que lutarão para defendê-lo.

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Novo ministro da defesa: péssima nomeação.

Publicado por alexproenca em Julho 25, 2007

Alexandre

alex.proenca@ibest.com.br

Foi péssima a decisão do Presidente Lula, em convocar para o Ministério da Defesa, o sr. Nelson Jobim.

Este é um ministério muito importante para estar nas mãos de uma pessoa, sem um compromisso claro, com as forças de esquerda e democráticas. Alias, este foi o motivo da pressão para a retirada do ministro Wladir Pires. Ele tinha estes compromissos.

Este jogo de xadrez, que o Presidente Lula esta fazendo é muito perigoso.

Foi o mesmo feito pelo presidente João Gularg, e pelo presidente Salvador Allende.

Quem nomeou os generais que deram o golpe de estado de 1964 foi o presidente João Goularg.

Quem nomeou o general Pinochet, foi o presidente Salvador Allende.

Em ambos os casos, foram vítimas de suas próprias nomeações.

E junto se foi a democracia e a vida de milhares de militantes de esquerda.

O Governo Lula, o PT, as forças de esquerda, só iram ganhar esta luta, se tiverem coragem de ir para o confronto, contra as forças facistas.

Fugir da luta, é um passo em direção a derrota.

No segundo turno das eleições passadas, foi o que fizemos.

Fomos para a luta e derrotamos estes facistas.

Na Venezuela, o Presidente Chaves, fez e esta fazendo este enfrentamento.  E veem derrotando estes senhores, que representam a eleite branca e facista.

E assim temos de fazer.

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A economia e a sociedade da Suméria e de Akkad

Publicado por alexproenca em Julho 25, 2007

3 — A economia e a sociedade da Suméria e de Akkad

 

Numerosos textos oficiais (provindo sobretudo dos arquivo de Shuruppak e de Lagash) dão-nos a conhecimento em detalhe a economia da Baixa Mesopotâmia em meados do III milénio. A base da agricultura é a irrigação, vasto sislema de canais, de barragens e de diques que permite irriwir reoularmente os campos. O trabalho da terra efectua-se com a ajuda de um arado primitivo de madeira, puxado cor burros ou bois; a picareta também é largamente utilizada. A foicinha é urna serra de sílex, embainhada de argiila. O caule do trigo é cortado geralmente mesmo sob a espiga e após a colheita, é deitado ao gado nos campos. Para bater espigas fazem pisar na eira por meio dos bois ou dos burros, O grão é reunido em recipientes, joeirado com a pá e fechado no celeiro. Depois é lançado na mó de pedra.

 

Os cereais mais vulgares eram a cevada e a espelta, que serviam para o fabrico do pão e da cerveja. Além disso os Sumerianos cultivavam o linho, as lentilhas e o sesamo, do qual extraiam óleo. Uma das árvores de fruto mais importantes era a tamareira; com a sua madeira fa-~ ajam utensílios caseiros; com as suas fibras faziam cordas e esteiras. Os seus frutos constituíam alimentos variados e os caroços macerados na água eram usados como forragem. A vinha dava-se mal no Sul e por isso o vinho era geralmente importado do Norte.

 Leia o texto completo, em:

http://opiniaosocialista.wordpress.com/textos-fundamentais/a-economia-e-a-sociedade-da-sumeria-e-de-akkad/

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