2 - O governo e as leis de Hammurabi
O sexto rei da primeira dinastia babilónica, Hammurabi (1792-1750 antes da nossa era), chegou, pois, a unificar a Mesopotâmia, formando o Império Babilónico.
O império era dividido em duas regiões, administradas segundo princípios diferentes, O Akkad e o Norte da Suméria tinham governadores que usavam diversos títulos, segundo a sua esfera de actividade e as suas funções. Eram nomeados para as regiões e para as cidades. Nestas, controlavam o conselho dos anciãos.
Os funcionários superiores, denominados “sukkalu”, tinham sob as suas ordens agentes encarregados da cobrança dos impostos, do envio da população para os estaleiros reais; e esses agentes, por sua vez, dispunham de um numeroso pessoal de recebedores e distribuidores da mão-de-obra, O sukkallu preocupava-se, em primeiro lugar, com as contribuiçoes, os «trabalhos para o Palácio>, e a organização do exército.
No reinado de Hammurahi (e também antes dele) havia um exército permanente, formado por guerreiros de diversas patentes. Pelo seu serviço recebiam um lote de terreno. Os documentos indicam quatro patentes militares: dekum e lubittum para os oficiais; redum e bairum para os soldados (até agora não se sabe ao certo o que os distinguia).
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