OPINIÃO

Idéias e opiniões socialistas sobre Sorocaba

Posts de Abril, 2007

Parte 11 – Conclusão

Publicado por alexproenca em Abril 30, 2007

                                                   CONCLUSÃO 

O mal é radical e os trabalhadores já sabem disso há muito tempo. E estão dispostos, com os meios apropriados, a destruí-los.  Muitos Trabalhadores já sabem: 

1.      Que a propriedade privada é a fonte primeira de toda a opressão exploração humana;

2.      Que a emancipação dos trabalhadores (a emancipação humana) não pode fundar-se em uma nova dominação de classe, as no fim de todos os privilégios e monopólios de classe, e sobre a igualdade dos direito e dos deveres;

3.      Que a causa do trabalho, causada humanidade, não tem fronteiras;

4.      Que a emancipação dos trabalhadores deve ser obra dos próprios trabalhadores. 

Trabalhadores de todo o mundo, unamo-nos!

Não mais direitos sem deveres, não mais deveres sem direitos! Revolução.

Para ler o texto completo, acesse:

http://opiniaosocialista.wordpress.com/textos-fundamentais/parte-11-conclusao/ 

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Parte 10 – A Acumulação primitiva

Publicado por alexproenca em Abril 30, 2007

 

PARTE 10 

A ACUMULAÇÃO PRIMITIVA 

 

 

E estamos chagando ao fim do nosso drama. Um dia encontramos o trabalhador no mercado, vendendo sua força de trabalho, como vimos negociando com o homem do dinheiro. Ele não sabia ainda com seria duro o caminho do Calvário que teria de enfrentar, nem tinha experimentado ainda o cálice amargo do qual teria de beber até chagar a última gota. O Homem do dinheiro não era ainda um capitalista, mas um modesto proprietário de uma pequena riqueza, tímido e incerto em sua nova caminhada, na qual empregava toda a sua fortuna. 

Vimos como acena mudou. 

O operário depois de ter gerado o capital com seu primeiro sobre-trabalho, foi oprimido por um trabalho excessivo de uma jornada extraordinariamente prolongada. O tempo de trabalho necessário para sua manutenção foi encurtado pela mais-valia relativa, enquanto o sobre-trabalho foi prolongado para nutrir sempre mais abundantemente o capital. Na cooperação simples, vimos que o operário submetido a uma disciplina militar, preso a uma corrente de concatenação de forças de trabalho, a extenuar-se mais e mais, para alimentar o sempre crescente capital. Vimos o operário mutilado, aviltado e oprimido ao máximo pela divisão do trabalho, na manufatura. Vimos sofrer as indescritíveis dores materiais e morais causadas pela introdução da máquina, na grande indústria. Expropriado da última parcela de sua virtude artesanal, vimo-lo reduzido a um mero servo da máquina, transformado, de membro de um organismo vivo, em um apêndice vulgar de um mecanismo, torturado pelo trabalho vertiginosamente intensificado pela máquina, que a cada momento ameaça arrancar um pedaço de sua carne ou tritura-lo completamente entre suas monstruosas engrenagens e,como se não bastasse, vimos sua mulher e seus queridos filhos se tornarem escravos do capital. E, no entanto, o capitalista, imensamente enriquecido, pagando-lhe um salário que ele pode diminuir a seu prazer, embora dando mostras de conservá-lo no nível anterior e até mesmo aumenta-lo. Finalmente, vimos o operário, temporariamente inutilizado pela acumulação de capital, passar do exercito ativo industrial, para a reserva, e então, desta, descer para o inferno da pobreza.  Todo o sacrifico foi consumado.

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Falta segurança na Pista de Caminhada

Publicado por alexproenca em Abril 20, 2007

Alexandre

alex.proenca@ibest.com.br

A pista de caminhada do bairro Júlio de Mesquita Filho e Jd. Santa Bárbara, esta abandonada. A ponte esta caindo, poste de iluminação destruídos, alám da falta de segurança.

Neste local já ocorreram vários assassinatos, tentativas de assassinatos, espancamentos, estupros, e também consumo de drogas.

A pedido da Associação dos Amigos dos Bairros do Júlio de Mesquita Filho, Cdhu Ipatinga, Jd. Santa Bárbara e adjacências, o Vereador França (PT – Sorocaba) entrou com requerimento cobrando uma ação da prefeitura de Sorocaba.

Com relação a segurança, a prefeitura diz que “vai colocar um guarda municipal, durante 1 hora por dia”, isto mesmo 1 hora por dia. Alegando que não tem efetivos na guarda municipal, para garantir a segurança durante todo o dia.

Esta atitude da prefeitura é um desrespeito aos moradores desses bairros, que ficam expostos a violência. Este é o comportamento típico do PSDB, abandonando a perefiferia da cidade a sua própria sorte.

Na resposta do requerimento a prefeitura diz, que também mantém a vigilância da guarda municipal, por 1 hora na pista de caminhada do bairro Campolim (que fica localizada em um bairro burguês de Sorocaba). Você acredita nisso?

Lembrando que as pistas de caminhadas são parques municipais, isto é, próprios públicos. Cabendo a prefeitura garantir segurança 24 por dia nestes locais.

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Parte 9 – Acumulação de capital

Publicado por alexproenca em Abril 19, 2007

PARTE 9 

ACUMULAÇÃO DE CAPITAL 

 

 

Acumular significa juntar, ajuntar, amontoar, amontoar riquezas, fazer fortuna. Tudo isso só é possível à acumulação do capital se ele se nutrir sempre mais e mais de mais-valia. Sem se apropriar do trabalho alheio, o capital nem existira. Mas, aqui estamos começando um novo capitulo. 

Quando observamos a fórmula do capital, compreendemos facilmente que a sua conservação é toda baseada em sucessiva e contínua reprodução. 

O capital,como já sabemos, divide-se em duas partes: constante e variável. O capital constante, representado pelos meios de produção e pelo material de trabalho, sofre continuo desgaste durante o processo de trabalho. Os instrumentos se consomem, as máquinas se consomem o óleo, etc., enfim, o próprio prédio se consome. Ao mesmo tempo, porém, que o trabalho vai consumindo todo esse capital constante, vai também o reproduzindo na mesma proporção em que o consome. O capital constante encontra-se, pois reproduzido na mercadoria na mesma proporção em foi consumido durante a sua fabricação. O valor consumido pelos meios de trabalho e pela matéria prima é sempre exatamente reproduzido no valor da mercadoria. 

Do mesmo modo o capital variável. O capital variável representado pelo valor da força de trabalho, isto é, pelo salário, se reproduz também exatamente no valor da mercadoria. Também já sabemos que o operário, na primeira parte de seu trabalho, produz o seu salário, e, na segunda, a mais-valia, Como o operário só recebe seu salário ao final do trabalho, este só lhe é pago depois que ele produziu o equivalente na mercadoria do capitalista. 

Os salários pagos aos trabalhadores são, portanto, reproduzidos inteira e incessantemente pelos próprios trabalhadores. Esta incessante reprodução do fundo dos salários perpetua a submissão do trabalhador ao capitalista. Quando o proletário vende a sua força de trabalho no mercado, ele ocupa o posto que lhe é assinalado pelo modo de produção capitalista e, contribui para a produção social com a parte de trabalho que lhe cabe,retirando para a sua manutenção aquela parte do fundo de salários,que deverá,antes,reproduzir com seu trabalho. 

É sempre, sempre, o eterno vínculo da sujeição humana, que seja sob a forma de escravidão, quer seja sob a forma de servidão, quer seja sob a forma de salário.

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Parte 8 – O salário

Publicado por alexproenca em Abril 16, 2007

PARTE 8 

O SALÁRIO 

 

 

Nada impede de se encobrir os males com palavras. É a outra maneira de se traduzir o provérbio latino do nosso último capítulo. Salário também é uma palavra e nós vamos procurar entendê-la no seu verdadeiro significado, dentro do modo de produção capitalista. 

Os defensores desse modo de produção capitalista dizem que o salário é o pagamento do trabalho, e a mais-valia é o produto do capital. 

Mas o que querem eles dizer com esse pagamento do trabalho, ou, em outros termos, com valor do trabalho? 

O trabalho, ou se encontra ainda no trabalhador, ou, já existe materializado. O que quero dizer é que o trabalho, ou é a força, a capacidade de fazer alguma coisa, ou é a coisa mesma já feita. Em suma, o trabalho, ou é a força de trabalho ou é a mercadoria. O operário não pode vender o trabalho já saído dele, já produzido pelo seu organismo, a mercadoria, porque esta pertence ao capitalista e não a ele. Porque, pudesse o trabalhador vender o trabalho já saído dele, a mercadoria que ele produz, teria que ter os meios de trabalho e o material de trabalho, e seria, então, mercador de mercadoria por ele produzida. Mas ele não possuiu nada, é um proletário, que para sobreviver, precisa vender ao capitalista o único bem que lhe resta, que é a sua potência ou força para trabalhar, a força de trabalho. O capitalista não pode comprar dele mais do que sua força de trabalho, que, como todas as outras mercadorias, tem um valor de uso e um valor de troca. O capitalista paga ao trabalhador o valor propriamente dito, que é o valor de troca, pela mercadoria que este lhe vende. Mas a força de trabalho tem também um valor de uso e esta pertence ao capitalista, pois ele a comprou. Ora, o valor de uso dessa mercadoria tão singular tem dupla qualidade. Uma é aquela que ela tem em comum com o valor de uso de todas as outras mercadorias: a de satisfazer uma determinada necessidade; a segunda, é a qualidade que somente a ela pertence, que é a de criar valor, e é isso que a distingue de todas as outras mercadorias.

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Parte 7 – Máquina e grande indústria

Publicado por alexproenca em Abril 16, 2007

PARTE 7 MÁQUINA E GRANDE INDÚSTRIA 

Em seu livro, Princípios de Economia Política, John Stuart Mill escreveu: “Resta ainda saber se as invenções mecânicas realizadas até agora aliviaram o trabalho diário de algum ser humano”. Besteiras desse Mill. Em primeiro lugar, essa não é intenção do capital, quando emprega uma máquina. Como qualquer desenvolvimento das forças produtivas do trabalho, a máquina, na produção capitalista, tem por fim baratear as mercadorias, encurtar a parte do sai de trabalho na qual o operário trabalha para si mesmo e,com isso,prolongar a outra jornada de trabalho que ele dá gratuitamente para o capitalista. A máquina é um método de fabricar a mais-valia relativa. Em segundo lugar, ainda em relação à frase de Mill, ele deveria ter dito: “de algum ser humano… que não viva do trabalho alheio”. As máquinas aumentaram, com certeza, o número dos ricos ociosos. Mas, quem é que pensa alguma vez no trabalhador? Se o capitalista se preocupa com ele, é somente para estudar uma forma de sugá-lo melhor. O operário vende sua força de trabalho e o capitalista a compra, como única mercadoria que, criando mais-valia, faz nascer e crescer o capital. O capitalista por outro lado, só se ocupa em fabricar sempre mais e mais mais-valia. Depois de ter exaurido a mais-valia absoluta, encontrou a mais-valia relativa. Agora ele sabe: com as máquinas, ele pode obter, ao mesmo tempo, um produto duas, quatro, dez, muitíssima vezes maior do que antes. E o que é que esse moço religioso, honesto e, ainda por cima, amigo da tecnologia avançada pode fazer? Impor as máquinas para seus trabalhadores! A cooperação, a manufatura, se transforma assim na grande indústria moderna e a sua oficina na fábrica, propriamente dita. 

Depois de ter mutilado e estropiado o trabalhador com a divisão do trabalho; depois de tê-lo limitado a uma única e maçante operação, o capitalista vai agora nos oferecer um espetáculo mais triste ainda. Ele arrancou das mãos do trabalhador as ferramentas que lhe restavam, liquidando, assim, as únicas recordações de seu antigo ofício, de seu antigo estado de homem completo, e o amarra à máquina. Agora, o operário virou escravo da máquina, exatamente como o capitalista, precisa dele.

Leia o texto completo, em

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Marco Aurélio Garcia explica opção brasileira por biocombustíveis

Publicado por alexproenca em Abril 13, 2007

O assessor especial de política externa da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, publicou nesta sexta-feira no jornal O Globo um artigo em que aborda a opção brasileira pelos biocombustíveis. “Uma revolução energética está
em curso. Ela não opõe biocombustíveis aos combustíveis fósseis. Ao contrário, propõe uma complementaridade entre os dois. Ela permitirá consolidar a América do Sul como a região de maior e mais diversificado potencial energético do mundo”, afirma.Leia a íntegra do artigo:

http://200.149.248.10:8080/sitept/index_files/noticias_int.php?codigo=51

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Desigualdade entre as nações

Publicado por alexproenca em Abril 11, 2007

Marta
martabrunibf@hotmail.com

Ultimamente tem se discutido,muito sobre a globalização de mercados,mas também se esquece de que essa globalização é realizada em cima de um desequilíbrio estrutural entre países ricos e países pobres.E que o sistema econômico e geopolítico é mais complexo que o sistema colonial,pois não aboliu em nada a desigualdade entre as nações.

Essa herança de desmatamento indiscriminado não é de hoje.Na passagem do livro:Enterrem meu coração na curva do rio,onde uns dos Shawnees ,revela a matança de um povo:”Onde estão hoje os pequot?Onde estão os narragansett,os moicanos,osos pokanoket,e muitas outras tribos outrora poderosas de nosso povo?Desapareceram diante da avareza e da opressão do homem branco,como neve diante de um sol de verão.Vamos nos deixar destruir,por nossa vez,sem luta,renunciar a nossas casas,a nossa terra dada pelo Grande Espírito,aos túmulos de nossos mortos e a tudo que nos é caro e sagrado?Sei que vão gritar comigo:Nunca!Nunca!.”

Quantos povos desimados?Quantas culturas dilaceradas?Quantos ecossistemas violentados?

Daí me pergunto,de que vai adiantar essa tecnologia,se não houver mais água?Mais natureza?Mais vida?

“Eles nos fizeram muitas promessas,mais do que posso lembrar,mas nunca cumpriram,menos uma:prometeram tomar nossa terra e a tomaram.”

Hoje os povos expulsos do campo,carentes de emprego,saúde,habitação e educação.Produziu um grande desequilíbrio entre as nações.Temos que adotar um modo de vida que respeite o ser humano e que assim permita coexistir com a natureza,preservando o equilíbrio dos ecossistemas.

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Sorocaba parou contra a Emenda 3

Publicado por alexproenca em Abril 11, 2007

Alexandre
alex.proenca@ibest.com.br

Ontem milhares de trabalhadores sorocabanos, mostraram sua força e o seu repudio a Emenda 3, que retira direitos dos trabalhadores.

Foi uma firme resposta a essa ação da burguesia, que quer destruir os direitos trabalhistas.

A classe operária sorocabana, reunindo os trabalhadores metalúrgicos, condutores, texteis, vestuario, papel e papelão, quimicos, professores, funcionários publicos e demais categorias, estão de parabéns, por esta movimentação vitoriosa.

Alias, já nas reuniões e seminários do PT de Sorocaba, eu já vinha afirmando, que em nossa cidade, o movimento operário estava em ascenção.

Toda a força aos nossos trabalhahores e abaixo a Emenda 3.

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PARTE 6 – DIVISÃO DO TRABALHO E MANUFATURA

Publicado por alexproenca em Abril 10, 2007

      PARTE 6 

DIVISÃO DO TRABALHO E MANUFATURA 

 

 

Quando um capitalista reúne na sua fábrica os operários e cada um executa as diferentes operações que criam a mercadoria, ele dá à cooperação simples um caráter todo especial: ele estabelece a divisão do trabalho e a manufatura. A manufatura nada mais é do que um mecanismo de produção cujos órgãos são os seres humanos. 

Embora a manufatura se baseie sempre na divisão do trabalho, ele tem uma dupla origem: em alguns casos, a manufatura reuniu na mesma fábrica os diversos ofícios necessários à produção de uma mercadoria; estes ofícios estavam antes, como todas as atividades artesanais, separados e divididos entre si. Em outros casos, a manufatura dividiu as diferentes operações de um trabalho que antes formavam um todo na produção de uma mercadoria, e juntou-as na mesma fábrica.

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