OPINIÃO

Idéias e opiniões socialistas sobre Sorocaba

Posts de Janeiro, 2007

Destruíção da Mata Ciliar no Júlio de Mesquita Filho

Publicado por alexproenca em Janeiro 29, 2007

Alex

Alexandre

alex.proenca@ibest.com.br

Através do endereço abaixo, você pode acessar o site do Youtub, sobre a devastação da mata ciliar do bairro Júlio de Mesquita Filho, em Sorocaba.

http://www.youtube.com/watch?v=V0U0DQ6taXM

Reportagem do jornal Cruzeiro do Sul, podem ser acessadas dos links:

Dia 25 de janeiro de 2007

http://www.jcsol.com.br/2007/01/25/25B112.php

http://www.jcsol.com.br/2007/01/25/25B113.php

 

http://www.jcsol.com.br/2007/01/25/25B114.php

 

 

Dia 27 de janeiro de 2007

  

http://www.jcsol.com.br/2007/01/25/25B114.php

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Documentos Perdidos

Publicado por alexproenca em Janeiro 29, 2007

Alex

Alexandre

alex.proenca@ibest.com.br

Durante as greves têxteis no final dos anos 40, um grupo de comunistas foi destacado para impedir a circulação do bonde, que levava trabalhadores para fábrica Votorantim.

Este trabalhadores utilizavam o bondinho, que ligava Sorocaba a Votorantim, passando pela Vila Assis.

A tática era tirar o bonde dos trilhos, para tanto serviam pedras, e principalmente chifres de boi. O trabalho foi feito, o piquete realizado. Mais uma greve têxtil vitoriosa.

No dia seguinte, o comunista e músico Cantidio Castelo Alves, era procurado e preso pela polícia. Na delegacia ficou sabendo que havia derrubado seus documentos na linha do trem, lado do bondinho caído.

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Companheiras Vacas

Publicado por alexproenca em Janeiro 29, 2007

Alex

Alexandre

alex.proenca@ibest.com.br

 Durante as greves metalúrgicas de 1984, os trabalhadores de Faço II, estavam em greve. Mas a unidade Faço III, não entrou em greve de solidariedade.

Os diretores do Sindicato dos Metalúrgicos tentavam organizar piquetes, mas não conseguiam, pois os ônibus estavam escoltados por policiais militares.

O ônibus passava pela marginal direita do rio Sorocaba, em uma área de pasto. Foi quando tiveram  a brilhante idéia, de espantar as vacas. Um grupo ficou no meio do mato, e quando os ônibus chegaram, a boiada foi mobilizada. Os ônibus pararam, e piquete foi feito. Graças as Companheiras Vacas.

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A Arte Como Proposta Para As Mazelas da Vida.

Publicado por alexproenca em Janeiro 28, 2007

Marta

Marta

martabrunibf@hotmail.com

Tenho como inspiração para minha arte: a música, a literatura, o mundo em minha volta, o cotidiano e a humanidade.A arte tem uma linguagem própria, precisa ser transcendental doadora de sentidos assim possibilitando a imaginação e o sonho de cada indivíduo. Criando e expressando que tenho dentro de mim, retirado do mundo em que vivo!!!
"Só o artista inventa a humanidade. Porque sendo out-law (marginal), extra-econômico por natureza, sem povo por natureza, sem nação, o artista não deixa por menos: o que ele exige é a humanidade.” (Mário de Andrade).

O artista tem como objetivo mostrar para a sociedade, de forma construtiva e com poesia as injustiças feitas contra os que vivem ás margens  da sociedade. Nessa sociedade moderna e globalizada, que tem gerado essa miséria padronizada com esse processo de exclusão social.
 Para que isso não caia em um discurso lacunar, reflitam:  

            Problema Social
Seu Jorge
Composição: Guará/Fernandinho

Se eu pudesse eu dava um toque em meu destino
Não seria um peregrino nesse imenso mundo cão
Nem o bom menino que vendeu limão
Trabalhou na feira pra comprar seu pão
Não aprendia as maldades que essa vida tem mataria
a minha fome sem ter que roubar ninguém
Juro que nem conhecia a famosa funabem
Onde foi a minha morada desde os tempos de neném
É ruim acordar de madrugada pra vender bala no trem
Se eu pudesse eu tocava em meu destino
Hoje eu seria alguém
Seria um intelectual
Mas como não tive chance de ter estudado em colégio legal Muitos me chama de pivete
Mas poucos me deram um apoio moral
Se eu pudesse eu não seria um problema social

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Aumento do Poder de Compra dos Mais Pobres

Publicado por alexproenca em Janeiro 27, 2007

Alex

Alexandre

alex.proenca@ibest.com.br

 Materia muito interessante publicada no blog do Paulo Henrique Amorim, mostrando o aumento do poder de compra da população mais pobre do Brasil.

De 2002 a 2006, este valor dobrou (em dolar). No ano passado foi de R$ 512 bilhões.

A materia pode ser acessada, deste link

 http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/412001-412500/412318/412318_1.html

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Qual é a função da arte?

Publicado por alexproenca em Janeiro 27, 2007

Marta

Marta

martabrunibf@hotmail.com

"O belo pode ser um dos atributos da arte, mas não é o único, tampouco o mais importante, o feio também pode dela fazer parte."

Diante disso qual é a função do artista? É criar, não se importando se sua arte é verdadeira ou falsa, bem ou mal, bela ou feia.

Levando a informação ao seu semelhante, não se apegando em modismo ou estilos.

 Assim a personalidade do artista estará dentro de sua obra, como sua cultura e seu ser evolutivo dentro de uma sociedade, que poderá ultrapassar sua época ou não.

Mas qual é a função da arte?  

É ser lúdica, é essencialmente prazer. Mas o prazer artístico, no entanto é diferente de saciar a fome, a sede, o sexo. Alguns podem experimentar na literatura, na música, na política, etc. Mas esses prazeres podem ser conjugados e nenhum desses exclui o espírito do corpo, revelando o ser. Que são ainda importantes e essenciais para o homem.
A arte pode ser crítica, vir com sentimento ou emoção, pode ser religiosa, política, evocadora e reforçadora de uma ideologia.
 

A arte seria então, a forma do ser? Sim com muito prazer!

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Do Cacique Seatle ao presidente dos EUA

Publicado por alexproenca em Janeiro 26, 2007

Alex

Alexandre

alex.proenca@ibest.com.br

Postei a Carta do Cacique Seatle ao presidente dos EUA na seção de textos fundamentais por acreditar que suas palavras ainda são atuais e oportunas. Leiam, e inspirem-se!

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Continuação da Reportagem no Jornal Cruzeiro do Sul

Publicado por alexproenca em Janeiro 26, 2007

Alex

Alexandre

alex.proenca@ibest.com.br

Hoje temos a continuação da reportagem sobre apista de motocross, no jornal Cruzeiro do Sul.

Para ler é só acessar: www.jcruzeiro.com.br

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Para Entender Um Pouco de Economia

Publicado por alexproenca em Janeiro 25, 2007

Alex

Alexandre

alex.proenca@ibest.com.br

Para analisar determinado tema, compreender sua importância, significado, implicações, nós utilizamos de ferramentas, que possibilitam esta análise. Para ela damos o nome de ideologia. Essa ideologia pode ser de direita, esquerda, liberal, religiosa, não religiosa, autoritária. Se enquadrando de acordo com a visão de mundo que cada um de nós tem.

Eu me defino como uma pessoa de esquerda, socialista, comunista, e utilizo da ideologia marxista, em especial do materialismo dialético e do materialismo histórico. Mas que coisa é esta?

Em linhas gerais, de maneira muito resumida, podemos dizer que é a forma de analisar o mundo, a partir das relações econômicas e sociais existentes. E também a forma de ver tudo isso em movimento, em constante transformação.

A partir da análise desenvolvida por Marx e Engels, sobre o desenvolvimento da sociedade capitalista, com a desagregação do sistema feudal e deste a partir da desagregação do sistema escravista. Eles compreenderam que não existe nada estático, que tudo esta em constante transformação. Que o capitalismo nasceu a partir de sociedades anteriores, com a acumulação primitiva do capital: do roubo, do saque, da escravidão, da destruição de povos inteiros, para o benefício de algumas empresas e pessoas.

Analisando o desenvolvimento do capitalismo, compreenderam que a riqueza só é gerada a partir do trabalho humano, no que eles chamaram de “mais valia” (parte não paga, do trabalho realizado pelo trabalhador), e que essa “mais valia” esta dividida em absoluta e relativa. Absoluta é quando o capitalista aumenta o número de horas trabalhadas, e relativas é quando essa exploração se dá com o aumento da produtividade do trabalho (novas máquinas, nova organização do trabalho, informatização e etc.).

E esta luta pela riqueza gerada, divide a sociedade em classes. Que lutam de maneira cada vez mais acirrada pelo seu controle.

Num primeiro momento, os trabalhadores se organizaram para exigir a redução do número de horas trabalhadas, melhores condições de trabalho, fim do trabalho infantil. Fizeram isso através dos sindicatos. Conseguiram avanços, mas pequenos e relativos.

Num segundo momento, perceberam que a luta econômica não era suficiente, pois o poder político estava, mas mãos dos capitalistas. E eram estes que dominavam o parlamento e o executivo, fazendo as leis que lhes interessavam. Assim os trabalhadores mais conscientes passaram a organizar partidos de trabalhadores, que receberam o nome de socialistas, sociais democratas ou trabalhistas. Eles cumpriram seu papel, ajudando a aprovar leis de interesses dos trabalhadores, que possibilitaram conquistas sociais importantes. Mas esses partidos não foram capazes de superar a exploração dos trabalhadores, pelos capitalistas. Pois eles partiam do pressuposto que bastavam aprovar leis, de “conscientizar” a burguesia a diminuir sua ação predatória, ou mesmo partiam da filantropia ou assistencialismo.

Um grupo de trabalhadores e pensadores revolucionário procurava dar forma a essa nova luta, em buscar uma forma de compreender essa situação. E foram capazes de realizar esta tarefa graças ao trabalho de duas pessoas: Marx e Engels. Diferente dos pensadores anteriores, eles compreenderam que não é possível reformar o sistema capitalista, pois mesmo que reformas sejam possíveis, elas não iram superar a essência do sistema, ou seja, o capitalismo só existe, mediante a exploração do trabalhador, ou melhor, dos milhões de trabalhadores.

Também entenderam que a economia é a chave para compreender as relações sociais. Analisando o desenvolvimento do capitalismo, compreenderam que cada fase de crescimento é seguida de uma fase de crise econômica. A isso, deram o nome de crise cíclica do capitalismo. Sendo que cada uma, é mais devastadora que a anterior. A essência desta crise é a baixa lucratividade resultante da adoção de novas tecnologias, que obriga o capitalista a conquistar mais mercados, senão quiser ir a falência. E para isso vale tudo, roubos, assassinatos, corrupção, destruir um povo, um pais, e se preciso o mundo inteiro. Pois a máquina que move a acumulação do capital, não pode parar nunca. Essa foi à causa da Primeira e da Segunda Guerra Mundiais, a luta das empresas capitalistas por mercados, matéria prima, por terra.

Esta destruição e matança, causada pela Segunda Guerra Mundial, causou indignação e revolta nas populações, e os partidos de orientações socialistas e comunistas conseguiram avanços importantes, garantindo direitos sociais e trabalhistas de grande envergadura. Reduzindo a exploração dos trabalhadores, ao menos nos países mais desenvolvidos.

Mas como foi dito anteriormente, a máquina da acumulação de capital, não para nunca. Com o tempo os capitalistas, sentindo que sua lucratividade estava diminuída, começaram a se mexer, criando as bases do que chamamos hoje de neoliberalismo. Isto é, diminuição do poder do estado, com a entrega do patrimônio público as empresas privadas. Através de privatizações, com preços abaixo dos valores reais, e com subsídios do estado. Também avançou na destruição da legislação trabalhista, causando um desemprego maciço, como forma de pressionar os trabalhadores a não lutarem.

Esse foi e é o programa do PSDB e PFL. Esta foi a essência do governo FHC, e é a essência dos governos estaduais desses partidos. Representam a alta burguesia brasileira, em aliança com a burguesia mundial.

Como reação a esse programa, temos a consolidação do PT e demais partidos de esquerda, que buscam alternativas a este modelo. Em 2002, com a vitoria de Lula, esses partidos chegam ao poder central do Brasil. Mas enfrentam seria oposição nos governos estaduais, no legislativo e no judiciário. Sem contar na oposição desempenhada pela imprensa, que em sua maioria ataca, e tenta desmoralizar o PT e o Presidente Lula. Par tentar dar um golpe de estado.

Esta tentativa de golpe de estado fracassou, em grande parte, devido ao apoio que Governo Lula tem na maioria da população. Também pela força do movimento sindical e popular. E em especial a força do PT, que não se deixou destruir.

As eleições de 2006 consolidaram e proporcionaram um avanço desse pólo progressista, possibilitando a adoção de novas políticas sociais e econômicas.

E aqui entra o PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), que recoloca no centro do jogo, a presença do estado na economia, a recusa da política de privatizações e da destruição dos direitos trabalhistas e sociais. Bem como o aprofundamento dos programas de inclusão digital, para a quebra do monopólio de informações. Não é toa, que a imprensa conservadora e golpista esta criticando o plano econômico.

Todos os países que hoje tem índices de crescimentos econômicos maiores que o Brasil, ou não entraram no projeto neoliberal, ou saíram dele bem cedo.

A existência de um plano de metas coloca na ordem do dia a planificação da economia, coisa que nossos neoliberais não podem tolerar.

Como foi dito bem no inicio, tudo isso, é uma luta pela distribuição da riqueza gerada pelas mãos dos trabalhadores. Isto é luta de classes.

Qual é o seu lado?

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A Casa do João de Barro

Publicado por alexproenca em Janeiro 25, 2007

Marta

 

Marta Bruni

martabrunibf@hotmail.com

 

 

 

ArvorejbCasajb

 

 

 

O conhecimento para o ser humano é uma questão de sobrevivência.

Fazendo uma releitura do ambiente em que vive, o homem adapta-se e o transforma.

Na pré-história o homem se protegia em cavernas e abrigos simples, análogo aos outros animais. Atualmente a modificação do meio natural pelos seres humanos, herdado dos nossos ancestrais ao longo da evolução, constituí o meio artificial ou espaço humano. Porém, a casa do joão-de-barro, não tem portas e tem permanecido inalterada ao longo de sua existência. O joão-de-barro, não entende não se explica, não transforma: apenas adapta-se.

O homem está sempre transformando seu meio, construindo obras cada vez mais arrojadas. Os animais, por sua vez, apenas se adaptam ao meio. A singela casinha do joão-de-barro é uma prova disso.

“Muitas vezes a imaginação do homem a tem induzido a erro,e a procura da luz o tem mergulhado em trevas ainda as mais profundas,exatamente como a sua vontade de perfeição o tem tornado desumano,cruel,negador da vida”.(Munford,Lewis)

 

 

 

Obs.: As fotos foram tiradas por Edson Locatelli, e serão colocadas neste site, para apreciação dos nosso leitores.

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